O número de famílias a viver em condomínios tem crescido exponencialmente nos últimos anos. Em paralelo, a dimensão e a capacidade destes edifícios também aumentou, tornando cada vez mais complexa e exigente a administração destes espaços, sendo necessário levar a cabo uma gestão integrada do imóvel, não nos limitando apenas à gestão tradicional da receção de quotas e do pagamento de contas.

Em Portugal, a administração de condomínios é exercida, na sua esmagadora maioria, por particulares – que ignoram, muitas vezes, que algumas empresas de administração de condomínios beneficiam de capacidade negocial na aquisição de bens e serviços para o condomínio, de ferramentas que permitem agilizar a gestão do edifício, bem como da capacidade de disponibilizar informação em tempo real aos condóminos.

Os desafios que se colocam a esta atividade são inequívocos e a necessidade de as empresas do setor se adaptarem a esta nova realidade tornou-se emergente.

Hoje, temos um mercado mais transparente, esclarecido e consciente das responsabilidades e dos direitos de cada interveniente na vida do condomínio, sendo o rigor um elemento chave para se assegurar o património de cada condómino.

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