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Já preparou a sua casa para o inverno?

Fique a conhecer seis dicas que vão permitir que a sua casa permaneça confortável e à temperatura ideal durante os meses mais frios do ano.

É incontornável: o mau tempo chega e as nossas casas começam a perder a temperatura amena e confortável que apresentaram nos meses anteriores.

No entanto, é possível prolongar esse conforto mesmo nos dias mais frios do ano.

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Parece-lhe difícil? Então fique a conhecer algumas dicas da Loja do Condomínio para conseguir que, dentro de sua casa, pareça primavera durante todo o ano

1 – Isolamento de portas e janelas

Basta muitas vezes passar com uma mão junto às molduras de janelas e portas para percebermos se elas se encontram realmente isoladas. Quando não estão, basta comprar e aplicar uma fita isolante que vai impedir que a temperatura mais fria entre dentro de casa.

2 – Tecidos e têxteis encorpados

Do mesmo modo que alternamos nos nossos roupeiros a roupa de verão com a de inverno, também os têxteis da casa podem seguir o mesmo processo. No inverno, o ideal será termos cortinados pesados, grossos e com cores escuras para ajudar a conservar a temperatura dentro de casa. As almofadas são também outro objeto decorativo que pode criar um clima mais quente e aconchegante.

3 – Tapetes felpudos

É verdade que no verão é bom sentir a frescura de um chão nú debaixo dos pés, mas no inverno isto pode ser muito desagradável. Assim, o ideal é apostar em tapetes e carpetes com pelo e texturas mais felpudas que ajudem a aquecer os espaços e a dar à casa um ar mais confortável e acolhedor.

4 – Iluminação correta

Só troca as lâmpadas lá de casa quando elas se fundem? Pois saiba então que também elas ajudam a conferir aos espaços um ambiente mais frio ou mais quente – sendo precisamente por isso que, no inverno, devemos optar por lâmpadas de luz âmbar ou amarela, que ajudam a manter a sensação de calor.

5 – Velas, velas e mais velas!

Sim, as velas são um ótimo apontamento de decoração, mas são também mais do que isso, passando a assumir o protagonismo das noites frias de inverno. Basta acender algumas velas em casa para conseguir, para além da poupança energética, um ambiente mais quente e acolhedor, que tão bem sabe naqueles dias em que o mau tempo mais se faz sentir.

6 – Sobreposições

É difícil conseguir dormir profundamente quando as noites ficam mais frias, mas isso também não é motivo para ligar imediatamente o ar condicionado. Já se sabe que as mantas e as sobreposições estão na moda, pelo que o segredo é esse mesmo: utilizar edredons, cobertores e mantas que, para além de darem à decoração do seu quarto um toque especial, vão ainda ajudar a que as noites sejam mais quentes e confortáveis.

Como pode perceber, bastam seis simples passos para se conseguir que, neste inverno, o frio fica onde se pretende: fora de casa.

in SAPO Lifestyle

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Loja do Condomínio comemora nono aniversário

A empresa liderada por Mauro Pinheiro completa este mês nove anos de existência.

Com provas dadas no setor, a Loja do Condomínio (LDC) soma e segue na região. A empresa liderada por Mauro Pinheiro completa este mês nove anos de existência e tem sido sempre “a evoluir até aos dias de hoje”.

Segundo Mauro Pinheiro, este tem sido um projeto desafiante. Sobre a equipa que lidera, o proprietário da LDC, enaltece a equipa, pois tudo é feito em conjunto “com grande esforço e dedicação ao projeto”, referindo que tem “corrido bem” e “felizmente com muito sucesso”. Esta é uma loja que tem merecido o reconhecimento por parte dos clientes, que segundo Mauro Pinheiro, são a razão do seu sucesso.

Também Paulo Antunes, CEO da LDC, destacou o trabalho e a evolução da LDC do Carregado, revelando em comunicado que “têm sido oito anos extraordinários”. Para o CEO da empresa a LDC “teve um reconhecimento incrível no Carregado” sustentando que “este sucesso prova não só o potencial que o mercado desta nossa região apresenta, como justifica ainda o êxito conseguido por esta marca cujo eixo estratégico está na máxima satisfação dos clientes”.

De acordo com Paulo Antunes um dos objetivos que leva ao sucesso, passa pela resposta “às necessidades e expectativas que se detetam localmente”. “Esta preocupação justifica, aliás, a consolidação da LDC, ano após ano, como líder do mercado nacional de gestão e administração de condomínios”.

in Valor Local

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Loja do Condomínio (LDC) de Ponta Delgada comemora o seu 15º aniversário

No corrente mês de novembro, a Loja do Condomínio (LDC) de Ponta Delgada comemora o seu 15º aniversário.

Por ocasião da comemoração da data, Paulo Antunes, CEO da LDC, revelou que “têm sido 15 anos extraordinários, em que a LDC teve um reconhecimento incrível em Ponta Delgada. Este sucesso prova não só o potencial que o mercado desta região apresenta, como justifica ainda o êxito conseguido por esta marca cujo eixo estratégico está na máxima satisfação dos clientes, procurando dar resposta às necessidades e expectativas que se detetam localmente. Esta preocupação justifica, aliás, a consolidação da LDC, ano após ano, como líder do mercado nacional de gestão e administração de condomínios”.

A Loja do Condomínio (LDC) terminou o ano 2018 com resultados que, uma vez mais, reforçam a clara liderança do mercado nacional de administração de condomínios – com uma faturação de 20 milhões de euros e um crescimento de 5.9% em relação a 2017.

Segundo Paulo Antunes (CEO da LDC), “estes resultados são um reflexo da eficácia da nossa estratégia e da qualidade dos serviços que prestamos, com alta taxa de retenção e fidelização dos nossos clientes. Para 2019, esperamos alcançar, no mínimo, um crescimento idêntico ao do ano anterior”.

in Jornal Açores 9

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Proprietários propõem “preços máximos” na fiscalização de elevadores

A Associação Nacional de Proprietários (ANP) considerou “inacreditável” a discrepância de valores cobrados pelas câmaras municipais para licenciamento e fiscalização das instalações de elevadores, competência que lhes foi atribuída em 2002, propondo a fixação de “preços máximos”.

“Como as câmaras têm as mãos livres, há coisas absolutamente inacreditáveis como é, por exemplo, a Câmara de Lisboa cobrar aos condomínios um valor seis vezes mais elevado daquele que paga às entidades inspetoras, isto é absolutamente um escândalo”, afirmou o presidente da ANP, António Frias Marques, recusando, no entanto, a retirada desta competência aos municípios.

Na perspetiva do representante dos proprietários de imóveis, a solução passa por o Governo “estabelecer preços máximos a cobrar pelas câmaras que estivessem em consonância com os preços mínimos a pagar” às empresas que prestam os serviços de inspeções periódicas e de reinspeções.

Em declarações à agência Lusa, António Frias Marques manifestou-se “estupefacto” com a existência de câmaras municipais a cobrarem “preços exorbitantes” por um serviço que é contratado ou subcontratado a entidades privadas por “preços absolutamente aviltantes”.

“Não há nada que justifique que uma câmara pague 14 ou 15 euros a uma entidade inspetora e que, depois, vá cobrar 176 euros por esse mesmos serviços”, avançou o presidente da ANP, defendendo que “uma taxa pressupõe o custo de um serviço que é prestado, – senão, trata-se de um imposto encapotado”.

Afirmando que é preciso “pôr um cobro” à atual situação, o representante dos proprietários rejeitou a ideia de retirar a competência aos municípios, “porque, efetivamente, as autarquias é que estão mais perto dos cidadãos”.

Responsável por administrar 6.800 condomínios em Portugal, com 170.000 proprietários, a empresa Loja do Condomínio (LDC) disse que a transferência para as câmaras municipais da competência para licenciamento e fiscalização das instalações de elevadores criou “injustiça social” devido à discrepância de preços, acrescentando que o processo se tornou “chato, demorado e burocrático”.

“Uma das dificuldades que temos é que em cada município tratamos com uma entidade distinta”, apontou o diretor-geral da LDC, Paulo Antunes, em declarações à Lusa, apoiando a retirada desta competência aos municípios, para que o processo seja desenvolvido através de um portal nacional.

A criação de uma plataforma que sirva todos os condomínios a nível nacional é uma “enorme vantagem”, defendeu Paulo Antunes, indicando que se trata de “desburocratização” do processo de licenciamento e fiscalização de elevadores.

À simplificação do processo, o responsável da empresa LDC acrescentou “a eventual redução de custo”, explicando que, além do valor que as empresas de inspeção cobram, há o trabalho administrativo que as câmaras municipais produzem, o que resulta na cobrança de taxas que vêm “agravar, em muito, o preço das inspeções”.

“Podendo as empresas de administração de condomínios negociar diretamente com as empresas inspetoras, podemos conseguir preços mais simpáticos para os nossos clientes, para os condomínios, não diminuindo em nada a qualidade do serviço, porque a empresa inspetora será a mesma, com as mesmas competências, com as mesmas obrigações”, declarou Paulo Antunes, reforçando que, assim, a alteração da legislação vem trazer “eficiência”.

Segundo o jornal Público, o Governo está a trabalhar numa alteração ao regime jurídico de manutenção e inspeção de elevadores, uma vez que a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) tem recebido reclamações que apontam para “grandes disparidades nos valores cobrados pelos diversos municípios e, também, nos valores a pagar às entidades inspetoras”.

A Lusa questionou o Ministério do Ambiente e Ação Climática, que tutela a DGEG, sobre a alteração do regime jurídico de manutenção e inspeção de elevadores, o qual remeteu o pedido para a direção-geral, que ainda não respondeu.

in RTP online

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Quotas em dia ou em dívida?

Os condóminos contribuem para as despesas necessárias à conservação e à fruição das partes comuns do edifício, bem como para o pagamento de serviços de interesse comum em proporção do valor da sua fração. Excecionalmente, os condóminos podem optar por uma modalidade de contribuição diferente, em partes iguais, desde que cumpram dois requisitos: que esta opção seja acordada em assembleia por maioria representativa de dois terços do valor total do prédio sem oposição e mediante disposição do regulamento interno do condomínio.

Grande parte dos problemas no condomínio surge quando esta obrigação – que é devida a todos os condóminos – não é cumprida. Por isso, cabe ao administrador estar atento e intervir o mais prontamente possível para impedir que a dívida se vá acumulando e comprometa a boa gestão do condomínio.

Então, o que pode o administrador fazer quando há quotas em dívida ao condomínio?

  • Em primeiro lugar, é necessário perceber qual a razão pela qual o condómino tem a quota em dívida e procurar estabelecer um acordo de pagamento exequível, garantindo que ele é cumprido
  • Verificar os procedimentos estabelecidos no regulamento interno do condomínio relativamente à cobrança de quotas em dívida ao condomínio e agir em conformidade
  • Quando o condómino devedor não for identificável, não tenha bens ou a divida seja incobrável, caberá à assembleia de condóminos decidir se assume a dívida (repartindo o valor por todos em função das respetivas permilagens)
  • Esgotadas as hipóteses de resolver amigavelmente a questão, o administrador pode optar pelo recurso aos Julgados de Paz. Havendo Julgados de Paz na zona do condomínio, o processo é simples, célere e economicamente acessível. Os Julgados de Paz estão limitados a ações até 15.000 € e o custo do processo são 70 €. Se o condómino não pagar a dívida após a sentença, o administrador pode recorrer ao Tribunal Judicial para intentar uma ação executiva
  • Existe, ainda, a possibilidade do recurso aos Centros de Arbitragem – a qual carece de aceitação de ambas as partes em resolver o litígio por esta via. Os custos são mais elevados e os prazos mais demorados em comparação com os Julgados de Paz
  • Pode ainda optar-se pelo procedimento Extrajudicial Pré Executivo (PEPEX), no qual um intermediário, advogado ou agente de execução pesquisa nas bases de dados das Finanças, da Segurança Social, do Registo Nacional de Pessoas Coletivas e Conservatórias, etc., se o condómino devedor tem bens penhoráveis. No entanto, o PEPEX apenas funciona para dívidas inferiores a 10.000 €
  • Por último, restam os Tribunais Judicias nos quais serão intentadas as respetivas ações executivas que têm por base a ata onde se aprovaram os orçamentos do condomínio e o valor das quotas que, consequentemente, cabem a cada condómino. Esta ata constitui título executivo.

No entanto, a melhor solução será sempre o pagamento atempado das quotas do condomínio, evitando dívidas ao condomínio que prejudicam todos e que comprometem o bom funcionamento do edifício e as boas relações de vizinhança.

Devolução de garrafas de plástico dá prémio!

A Portaria número 202/2019 de 3 de julho define os critérios aplicáveis ao projeto piloto de incentivo ao consumidor para a devolução de embalagens de bebidas em plástico não reutilizável, o qual será implementado até ao dia 31 de dezembro de 2019. Inserem-se aqui todas as categorias do universo das bebidas colocadas no mercado nacional destinadas ao consumidor final que se apresentem em embalagens não reutilizáveis de plástico em politereftalato de etileno, com capacidade entre 0,1 e 2 litros, inclusive (nomeadamente águas, sumos, refrigerantes e bebidas alcoólicas, com exceção das bebidas lácteas).

A responsabilidade pela implementação e gestão do sistema de incentivo à devolução de embalagens de bebidas em plástico não reutilizável recai sobre os embaladores e importadores de produtos embalados, enquanto responsáveis pela sua colocação no mercado, sem prejuízo da responsabilidade das entidades gestoras de embalagens e resíduos.

A estas entidades caberá, então, assegurar a recolha dos resíduos a partir das grandes superfícies comerciais e o seu transporte até aos operadores de gestão de resíduos contratados para o efeito, devendo ainda colaborar na informação e sensibilização dos utilizadores sobre o sistema de incentivos previsto na lei.

As embalagens são submetidas a registo prévio por parte dos embaladores e importadores de produtos embalados responsáveis pela sua colocação no mercado, para garantir uma adequada parametrização, permitindo identificar e caracterizar as embalagens e os respetivos materiais.

O consumidor final receberá um prémio pela devolução destas embalagens, cujo valor será uniformizado para todos os pontos de retoma. O valor do prémio será acordado entre os embaladores e importadores dos produtos embalados e os responsáveis das grandes superfícies comerciais, podendo ser materializado em talão de desconto rebatido em compras, ou revertido através da aplicação de descontos em lojas, de atividades ou serviços, de participação em sorteios ou ainda da contribuição de donativos a instituições de solidariedade social.

Como se percebe, no ‘devolver’ e no reciclar é que está (a todos os níveis) o ganho!

Condomínios sem beatas!

Em nome do bem-estar, da saúde e da segurança, é conveniente apagar os cigarros antes de entrar no condomínio – até porque se trata de um espaço fechado e comum, pelo que o cheiro dos cigarros certamente gera controvérsia, já que nem todos os vizinhos são adeptos desta prática. Mas, para além disso, a própria lei proíbe expressamente o ato de fumar nos parques de estacionamento cobertos e nos elevadores.

Para lembrar da interdição de fumar nestes espaços, devem ser afixados dísticos com fundo vermelho, conforme os modelos definidos por lei, onde deve constar também o valor das coimas máximas (750 €) aplicáveis aos fumadores que violem esta proibição de fumar.

O cumprimento desta proibição deve ser assegurado pela entidade privada que tenha a seu cargo os locais em questão (neste caso, pela administração do condomínio) a quem compete sensibilizar os fumadores para se absterem de fumar, nomeadamente nas garagens e no elevador. Quando tal não acontece, é esta entidade que fica também responsável por chamar as autoridades administrativas ou policiais para lavrar o respetivo auto de notícia.

Convenhamos que, na prática, o que funciona mesmo para o cumprimento desta disposição legal é o bom senso e o respeito pelos vizinhos. O que custa, afinal, a inibição de fumar durante o curto espaço de tempo em que se circula pelas partes comuns?

Novas regras para o registo dos animais de companhia

O Decreto-Lei 82/2019 de 27 de junho traz alterações à regulamentação dos animais de companhia destinadas a contrariar o abandono e a promover a responsabilidade e as obrigações dos seus donos. E um das novidades nesta matéria é a criação do Sistema de Identificação de Animais de Companhia (SIAC), que constitui o sistema de registo dos animais de companhia processado em sistema informático, onde se reúne toda a informação relativa à identidade dos animais, à sua titularidade ou detenção e informação sanitária obrigatória.

Neste novo sistema, o médico veterinário que tenha marcado um animal de companhia através da aplicação de um transponder ( dispositivo passivo de identificação por radiofrequência reservado à leitura) fica também responsável pelo registo do animal, ficando assim assegurada a identificação do seu titular. Recorde-se que este registo era, até então, obrigação do detentor do animal.

A identificação, pela marcação e pelo registo no SIAC, deve ser feita até 120 dias após o nascimento do animal. No entanto, se for impossível determinar a data do nascimento, e para efeitos de contagem do prazo referido, a identificação deve ser feita até à perda dos dentes incisivos de leite.

Tratando-se de cães, gatos e furões que sejam comercializados por criador, por estabelecimento autorizado para o efeito e por centros de recolha ou de hospedagem sem fins lucrativos, devem ser assegurados a marcação e o registo no SIAC antes de os animais abandonarem a instalação de nascimento ou de acolhimento, independentemente da sua idade.

Após o registo, é emitido o Documento de Identificação do Animal de Companhia, devendo ser atualizada qualquer alteração posterior (nomeadamente da residência ou local de alojamento do animal, transmissão da titularidade do animal para novo titular, desaparecimento e/ou recuperação do animal e óbito). Estas alterações devem, então, ser comunicadas pelo titular do animal caso tenha solicitado acesso ao SIAC ou pelo médico veterinário, pela junta de freguesia ou pela câmara municipal no prazo de 15 dias.

Sempre que uma entidade promova uma alteração do registo de um animal de companhia no SIAC, deve assegurar a emissão e a entrega ao seu titular de um novo documento de identificação do animal de companhia.

A não existência dos documentos supra referidos constitui contra ordenação punível com coima, cujo montante mínimo é de 50 € e o máximo de 3.750 € para pessoas singulares.

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