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O que mudou na administração de condomínios?

O número de famílias a viver em condomínios tem crescido exponencialmente nos últimos anos. Em paralelo, a dimensão e a capacidade destes edifícios também aumentou, tornando cada vez mais complexa e exigente a administração destes espaços, sendo necessário levar a cabo uma gestão integrada do imóvel, não nos limitando apenas à gestão tradicional da receção de quotas e do pagamento de contas.

Em Portugal, a administração de condomínios é exercida, na sua esmagadora maioria, por particulares – que ignoram, muitas vezes, que algumas empresas de administração de condomínios beneficiam de capacidade negocial na aquisição de bens e serviços para o condomínio, de ferramentas que permitem agilizar a gestão do edifício, bem como da capacidade de disponibilizar informação em tempo real aos condóminos.

Os desafios que se colocam a esta atividade são inequívocos e a necessidade de as empresas do setor se adaptarem a esta nova realidade tornou-se emergente.

Hoje, temos um mercado mais transparente, esclarecido e consciente das responsabilidades e dos direitos de cada interveniente na vida do condomínio, sendo o rigor um elemento chave para se assegurar o património de cada condómino.

Regras de segurança para a lareira

Neste tempo mais frio do ano, a lareira pode ser um dos maiores aliados das nossas casas, ajudando a manter uma temperatura mais agradável e acolhedora. No entanto, este equipamento é projetado para queimar lenha seca, podendo facilmente originar fogos indesejados e outros problemas que facilmente se evitam seguindo algumas regras:

Garanta a máxima qualidade da lenha: O bom funcionamento da lareira depende também da qualidade da lenha. É essencial, por isso, considerar aspetos como a infestação da mesma, sendo que, caso se verifique a existência de bichos e insetos, nunca se deve aplicar inseticida já que, quando a lenha arder, irá libertar esses químicos;

Tenha cuidado com o que queima: Tentativas de queimar plásticos, madeiras derivadas de paletes, madeiras molhadas ou com tinta, restos de vegetação ou pedações de árvores e lixo  podem originar uma chama descontrolada que prejudica a lareira e a chaminé, libertam gases tóxicos que saturam a atmosfera e propiciam o perigo de a chama se tornar incontrolável e poder provocar um incêndio;

Utilize apenas produtos adequados para acender a lareira: É importante que não se utilizem derivados de petróleo para acender a lareira, devendo o próprio álcool ser também evitado – isto porque estes combustíveis podem provocar explosões, danificar a lareira e colocar a segurança das pessoas em risco.  É, por isso, sempre preferível utilizar os iniciadores de fogo específicos para o efeito. Para além disso, deve utilizar-se sempre os acessórios próprios para mover as brasas, não esquecendo de manter uma proteção à frente da lareira que evite que as cinzas se propaguem para o exterior da mesma;

Tenha atenção à libertação de monóxido de carbono: Principalmente se não tiver um detetor deste gás inflamável, já que ele pode originar dores de cabeça, tonturas, náuseas e consequências bastantes graves para a nossa saúde;

Garanta as inspeções periódicas recomendadas: A lareira deve ser inspecionada pelo menos a cada dois anos e a chaminé da lareira deve ser limpa uma vez por ano, para evitar a acumulação de cinzas.

Para além disso, é importante que se garanta a existência de um extintor perto da lareira, como meio de primeira intervenção caso ocorra um foco de incêndio.

E se tem dúvidas acerca de qual o extintor mais adequado para para ser utilizado numa lareira caseira, saiba que, sempre que possível, devemos optar pelo extintor de água aditivada – é bastante eficaz com fogos da classe A (combustíveis sólidos como papel, tecido, cortiça, madeira, borracha), da classe B (líquidos combustíveis como gasóleo, gasolina, petróleo, óleos lubrificantes) e da classe F (óleos de origem animal ou vegetal como azeite, óleo de fritar, margarinas e banha).

Elevador: a mais-valia da modernização

O elevador é, cada vez mais, um meio de transporte essencial para o nosso dia-a-dia. Ao longo dos anos e dependendo da utilização de cada elevador, surgem alguns sinais de desgaste, com implicação no incremento de avarias e do tempo de imobilização do aparelho. Torna-se evidente não só para um melhor rendimento, mas – e com vista a melhorar a segurança de todos os utilizadores – a necessidade de efetuar uma modernização do elevador.

Miguel Leitão, representante da Orona Portugal, explica que são vários os motivos para realizar uma modernização a estes equipamentos “desde exigências legais – novas ou de alteração, que em matéria de segurança e acessibilidade recomendam a modernização do equipamento – a alterações que se realizam devido a novas necessidades no uso do edifício. Podemos também alterar o design, com a renovação da estética do elevador, adaptando-se ao estilo do edifício, a segurança com o aumento do conforto na deslocação, a redução do nível de ruído ou melhoria da segurança e precisão de paragem, sempre em busca de uma eficiência ecológica com relevante poupança energética, através de soluções sustentáveis e ecoeficientes, tecnologia gearless e iluminação temporizada LED”.

No entanto, é fundamental selecionar a solução adequada para cada edifício, dependendo a modernização a escolher do tipo de instalação, do âmbito das obras, do tipo de população e até do uso dado aos elevadores – pelo que é essencial que a empresa que vá assegurar o serviço conheça a fundo a realidade do condomínio, para que possa apresentar a proposta mais em linha com o que é efetivamente necessário.

Para Miguel Leitão, é ainda importante ter em conta que é possível aproveitar esta modernização para se reforçar a poupança e a sustentabilidade do condomínio: “nesta área é importante salientar o sistema de tração por variação de frequência, que, por originar arranques e paragens progressivas, reduz o consumo de corrente elétrica em aproximadamente 30%, anulando o excessivo consumo da potência de arranque das máquinas. Como os elevadores são responsáveis por cerca de 80% do consumo de energia do edifício, podendo este valor – em equipamentos de alto tráfego – ser superado, conseguimos uma redução substancial de valor na fatura da energia global do edifício. Dá-se também uma poupança importante no material sujeito à força motriz, já que o elevador tem uma suave desaceleração até à sua paragem total, sendo de realçar a melhoria de segurança com um nivelamento preciso ao piso, evitando “degraus” entre o patamar e a cabina.  Para além disso, a substituição da máquina por nova gearless (sem redutor) reduz despesas de manutenção, pois deixa de existir engrenagem redutora e, deste modo, necessidade de óleos ou massa de lubrificação, bem como, uma redução do nível de ruido. Esta situação, em conjunto com o variador de frequência, garante uma otimização na suavidade e segurança do elevador”.

Como se pode perceber, a modernização atempada dos elevadores traduz-se não só numa melhoria efetiva do equipamento e do transporte segudo dos condóminos, como pode ainda ajudar numa redução bastante significativa dos encargos do condomínio.

LDC alerta para lacuna fiscal na validação das faturas de 2019

Termina no próximo dia 25 de fevereiro o prazo para validação das faturas com número de contribuinte, no portal e-fatura. Segundo Paulo Antunes, CEO da Loja do Condomínio, “esta obrigação anual levanta, uma vez mais, uma lacuna fiscal e regulamentar, já que os condóminos continuam a não encontrar no e-fatura os pagamentos dos seus condomínios, como se eles se tivessem evaporado fiscalmente”.

De acordo com estimativas recentes, o valor de quotas de condomínio pagas em Portugal excedem, anualmente, os dois mil milhões de euros. No entanto, e tendo em conta as políticas fiscais atualmente em vigor, verifica-se que o proprietário de uma habitação unifamiliar pode considerar em sede de IRS as despesas com a mesma, nas despesas gerais familiares, mas os habitantes em condomínio nada podem considerar quanto aos custos de conservação e manutenção das partes comuns.

Paulo Antunes informa que “na verdade, os condóminos podem fazer muito pouco, já que a legislação atual os prejudica. Isto porque as despesas de condomínio só podem ser deduzidas para efeitos de IRS pelos condóminos que aufiram rendimentos prediais – tipicamente condóminos cuja fração está arrendada. Todos os restantes condóminos não têm direito a qualquer dedução”.

Esta situação tornou-se mais evidente para os portugueses com o surgimento do e-fatura, já que, como os condomínios não emitem faturas (mas apenas recibos de pagamento, não existindo qualquer tipo de comunicação ao fisco, nem qualquer enquadramento legal que o permita fazer), as despesas relacionadas com os condomínios não aparecem referenciadas naquela plataforma.

Paulo Antunes alerta assim os condóminos para, ao valirarem as suas despesas de 2019, não estranharem assim “o facto de não encontrarem no e-fatura os valores referentes ao pagamento das quotas do condomínio – pelo menos, até que a lei mude e trate, finalmente, de igual modo todos os contribuintes”.

Loja do Condomínio de Alverca muda direção e reforça expetativas de crescimento

Fernando Oliveira é franchisado da rede Loja do Condomínio (LDC) há 14 anos, tendo acabado de adquirir a loja de Alverca, que apresentará, a partir de agora, uma nova direção e elevadas expectativas de desenvolvimento. Esta estratégia de crescimento não é novidade para este franchisado, que é já proprietário da LDC São Marcos – uma loja com especial sucesso na grande Lisboa e que, segundo este profissional, “tem atualmente 20 colaboradores, distribuídos pelo serviço administrativo, limpeza e manutenção. Administramos mais de 120 condomínios, que representam cerca de 3.200 condóminos”.

O investimento nesta loja de Alverca tem, também, um fundamento de foro mais emotivo. Afinal, Fernando Oliveira tem uma forte ligação a esta cidade, onde viveu durante mais de dez anos e onde ainda mantém família e amigos: “há 14 anos estive para me tornar franchisado da LDC com a abertura da loja de Alverca, mas tal não sucedeu. Abri na altura a LDC São Marcos, sendo um tremendo orgulho. Quis agora o destino que assumisse novo desafio com a LDC Alverca”. No entanto, e para além da ligação pessoal com Alverca, Fernando Oliveira teve também fundamentos muito estratégicos para esta aquisição: “o crescer como empresário e o acreditar no potencial da zona”.

Esta visão estratégica faz com que Fernando Oliveira tenha para a LDC Alverca um objetivo inicial muito concreto: “colocá-la em funcionamento de forma semelhante à LDC São Marcos. Depois, o resto virá naturalmente, no seguimento do trabalho desenvolvido. Queremos crescer e angariar clientes que possam dar sustentabilidade à loja”.

O empresário Fernando Oliveira assume que estes 14 anos de ligação à LDC têm sido de especial aprendizagem, reconhecendo a importância da marca no panorama nacional da administração de condomínios e no apoio dado aos franchisados, tanto no acompanhamento operacional, como na centralização de serviços, libertando assim as lojas de muitas das tarefas administrativas.

Casa. Ano novo, organização nova!

O início de um novo ano é sempre um bom argumento para se elaborarem desejos e tomar a iniciativa de mudar e melhorar alguns aspetos das nossas vidas. Assim sendo, porque não aproveitar o arranque de 2020 para definir novas formas de organização da sua casa?

O mote “ano novo, vida nova” dá a muitas pessoas uma motivação acrescida para fazer alguma mudança: frequentar o ginásio, deixar de fumar, perder peso ou até mesmo mudar de emprego. 

Então e se o novo ano servir de motivo para se decidir ter uma casa ainda mais organizada? 

Se a ideia lhe agrada, fique, então, a conhecer cinco sugestões para que o seu lar seja um exemplo de organização ao longo de todo o ano 2020. 

1. Organização passo a passo 

Há pessoas que estipulam um dia por semana para fazer uma limpeza à casa. Mas esta estratégia nem sempre é útil quando não se pode ou quer dedicar várias horas num só dia a tratar das lides domésticas. 

Além de que tem ainda de se considerar que (especialmente em famílias com crianças pequenas), ao fim de alguns dias, a casa pode estar novamente a necessitar de uma ‘intervenção’. 

Por isso, o segredo pode passar pela limpeza e organização diárias. Significa isto que todos os dias se deve escolher uma divisão da casa para limpar o pó, aspirar e organizar. Deste modo, conseguirá ter toda a casa sempre limpa e organizada; 

2. Lavar já!

A louça das refeições acumula-se diariamente na pia da cozinha? Então, mude o registo e implemente a regra de que a louça tem de ser lavada e arrumada depois de cada refeição. 

Tenha ou não máquina de lavar, vai perceber que a tarefa não lhe vai ocupar mais do que uns minutos diários, para além de deixar a cozinha com uma aparência muito mais limpa e organizada. 

3. Montanhas de roupa, não! 

Também a roupa é uma das tarefas domésticas que mais antipatia reúne junto de muitas famílias. No entanto, é importante que não a deixe acumular na casa das máquinas, à espera que algum milagre aconteça e ela apareça limpa e dobrada dentro do roupeiro. 

Assim, basta estipular um dia por semana para lavar, estender e passar a roupa a ferro para que nunca mais passe pela situação de querer usar uma peça que, afinal, ainda está à espera de ser lavada.

4. Destralhar 

Todas as famílias acumulam materiais e bens supérfluos que, muitas vezes, se acumulam na arrecadação ou em algumas gavetas lá de casa. Para evitar esta situação, tire umas horas de três em três meses para, literalmente, destralhar. 

A regra é apenas uma: deitar fora o que está estragado e dar a quem precise aquilo que já não tem uso em sua casa. 

5. Partilhar 

Longe vão os tempos em que as lides domésticas eram uma tarefa exclusivamente feminina. Ter uma casa de família é algo que exige tempo, dedicação e… partilha. 

Por isso, envolva todos os elementos da sua família nos cuidados com o lar e garanta, assim, uma organização que, por ser partilhada, se torna mais fácil e rápida. 

in SAPO Lifestyle

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Produção e consumo de energia partilhados nos condomínios

O Decreto-Lei n.162/2019 de 25 de outubro – que produziu efeitos no dia 1 de janeiro de 2020 – aprovou o regime jurídico aplicável ao autoconsumo de energia renovável, transpondo parcialmente para o direito interno a Diretiva 2018/2001 do Parlamento Europeu. Este novo regime é criado com o objetivo de garantir uma maior eficiência energética e ambiental, assim como de assegurar que tanto as oportunidades da transição energética como os custos do sistema elétrico nacional são partilhados, de forma justa e equitativa, por todos.

Este Decreto-Lei vem agora permitir que os autoconsumidores coletivos, organizados em condomínios de edifícios em regime de propriedade horizontal ou não, ou um grupo de autoconsumidores situados no mesmo edifício ou zona de apartamentos ou de moradias, em relação de vizinhança próxima, possam produzir energia para autoconsumo – energia essa que terá como fonte primária a energia renovável associada a instalações elétricas de utilização, relacionadas ou não com um contrato de fornecimento de eletricidade celebrado por um comercializador, e destina-se primordialmente à satisfação de necessidades próprias de abastecimento de energia elétrica.

O registo da unidade de produção de energia em parte comum de edifício organizado em condomínio ou a utilização de parte comum para passagem de cablagem ou outros componentes de produção de eletricidade é precedida de autorização da respetiva assembleia de condóminos, deliberada por maioria simples, nos termos dos números 3 e 4 do artigo 1432 do Código Civil.

A referida autorização é solicitada em assembleia, com pelo menos 33 dias de antecedência relativamente à data prevista para a inscrição no registo, devendo o pedido ser acompanhado de descrição da instalação, local de implantação prevista na parte comum e todos os detalhes da utilização pretendida para estas mesmas partes comuns.

É ainda necessário que os autoconsumidores coletivos aprovem um regulamento interno que defina, pelo menos, os requisitos de acesso de novos membros e saída de participantes existentes, as maiorias deliberativas exigíveis, as regras de partilha de energia elétrica produzida para autoconsumo e respetivos coeficientes, as regras de partilha do pagamento das tarifas devidas pelas unidades de produção para autoconsumo, o destino dos excedentes do autoconsumo e a política relacionamento comercial a adotar e, se for caso disso, a aplicação da respetiva receita.

Os autoconsumidores coletivos devem ainda obrigatoriamente designar um técnico responsável, devidamente qualificado, e a entidade gestora do autoconsumo coletivo – a qual é encarregue da prática de atos e gestão operacional da atividade corrente, incluindo a gestão da rede interna quando exista a articulação com o Portal (plataforma eletrónica que licencia e gere a atividade de autoconsumo), a ligação com a rede elétrica de serviço público e articulação com os respetivos operadores, nomeadamente em matéria de partilha da produção e respetivo coeficiente, o relacionamento comercial a adotar para os excedentes, podendo ainda ser definidos os respetivos poderes, incluindo representativos.

Libertem as vias de evacuação!

As vias de evacuação requerem uma atenção e um cuidado especiais, pois são o caminho de fuga em caso de incêndio. Mas o que são, afinal, as vias de evacuação?

São assim entendidas todas as comunicações horizontais ou verticais de um edifício que apresentam condições de segurança para a evacuação dos seus ocupantes.

As vias de evacuação horizontais podem ser corredores, antecâmaras, átrios, galerias ou, em espaços amplos, passadeiras explicitamente marcadas no pavimento para esse efeito, que respeitem as condições da lei.  Já as vias de evacuação verticais podem ser escadas, rampas ou escadas e tapetes rolantes inclinados.

As vias de evacuação podem também ser exteriores, quando se trata de uma via de evacuação protegida ao ar livre ou ampla e permanentemente ventilada, estando suficientemente separada do resto do edifício ou edifícios vizinhos, quer em afastamento quer por elementos e construção cuja resistência ao fogo estejam de acordo com a lei. Esta via pode ser totalmente no exterior do edifício ou parcialmente encastrada, devendo, neste caso, dispor de uma abertura ao longo dos elementos de construção em contacto com o exterior, abrangendo todo o espaço acima da respetiva guarda.

As vias de evacuação também podem ser protegidas no interior do edifício, conferindo os meios de proteção contra gases, fumo e fogo, durante um período necessário à evacuação. Nela não podem existir ductos não protegidos para canalizações de lixo ou para qualquer outro fim, nem canalizações de gases combustíveis ou comburentes, líquidos combustíveis ou instalações elétricas com exceção das que sejam necessárias à sua iluminação, deteção de incêndios e comando de dispositivos de segurança, ou ainda de comunicações em tensão reduzida, e canalizações de água destinadas ao combate a incêndios. Para permitir a fuga em segurança é ainda necessário que estas vias de evacuação não estejam reduzidas, anuladas ou obstruídas, devendo permanecer desimpedidas e livres de quaisquer objetos, nomeadamente vasos com plantas e monos que não se querem dentro de casa. O incumprimento da lei, neste caso, faz o responsável incorrer em responsabilidade civil, criminal ou disciplinar e ainda constitui uma contraordenação punida com coima de 370 a 3700 euros, no caso de pessoas singulares, ou até 44000 euros no caso de pessoas coletivas

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