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Quantas assembleias do condóminos por ano?

A assembleia de condóminos é o lugar onde as decisões sobre a vida do condomínio são discutidas e aprovadas – pelo que todos os condóminos devem participar já que, afinal, o condomínio pertence a todos eles.

O condomínio deve reunir obrigatoriamente em períodos de 12 meses para realizar a assembleia ordinária – onde se discutem e aprovam as contas respeitantes ao último ano e se aprova o novo orçamento das despesas a efetuar no ano que se segue. Trata-se, portanto, de assuntos de gestão ordinária do condomínio, sem prejuízo de se poder incluir na ordem de trabalhos outros assuntos que existam para tratar.

Para além desta assembleia anual (assembleia ordinária), sempre que se justifique, para tratar de questões que surjam e careçam de discussão e aprovação da assembleia, pode ser convocada outra assembleia que é designada por “assembleia extraordinária”. A lei não estabelece nenhum limite para o número de assembleias que se podem realizar anualmente, pelo que cabe aos condóminos fazer bom uso deste recurso. Tendo em conta que as assembleias significam sempre uma subtração de horas livres, nas quais muitas vezes se pretende descansar, é importante otimizá-las com a presença suficiente de condóminos para ter quórum e com a concertação de decisões que permitam votar e resolver as questões do condomínio, no mínimo espaço de tempo. Quanto maior eficácia do processo deliberativo, menos assembleias serão necessárias.

Infiltrações – Causas, consequências e repararações

As infiltrações costumam ser um dos problemas mais comuns nas patologias dos edifícios – mas este problema vai mais além da aparência desagradável, quando percebemos os sinais de uma infiltração nas paredes ou quando os danos no teto indicam uma infiltração já avançada. Para além disso, a água que provoca a humidade pode ainda estar a introduzir-se na estrutura por um local diferente da zona húmida.

Quais são, então, as principais causas das infiltrações?

  • Falha na impermeabilização da estrutura. Quando não há o tratamento adequado, a água pode infiltrar-se na estrutura, causando problemas em todo o edifício e expondo armaduras que serão corroídas com o passar do tempo;
  • Infiltração da chuva nas partes externas do edifício. Com o tempo, as fissuras surgem nas paredes – seja do lado externo ou interno – devido à movimentação da estrutura causada por assentamento das fundações ou variações de temperatura. Essas fissuras “facilitam” a entrada da água, o que resulta em bolor, manchas e bolhas na pintura. Nesse caso, as infiltrações só param quando as fissuras forem devidamente resolvidas;
  • Fundações sem impermeabilização apropriada. Nesse caso, em épocas de chuva ou em zonas com solos com elevado teor de água, as zonas do edifício em contacto direto com o solo sofrerão uma impermeabilização deficiente que irá causar problemas difíceis de resolver;
  • Degradação de tubagens ou ligações deficientes. Nesta situação, podem surgir infiltrações nas paredes por onde passam tubos de esgoto e água

É possível evitar as infiltrações!

Atualmente, não há grandes dificuldades em prevenir as infiltrações. Durante a própria construção ou a reparação de edifícios, é necessário um conjunto de soluções para conduzir a água pelos locais apropriados através de proteções físicas e químicas.

Nesse sentido, é preciso verificar dois principais aspetos: em primeiro lugar, deve ser garantido que as tubagens utilizadas para condução da água são de qualidade e/ou estão em bom estado. Além disso, também é necessário realizar a impermeabilização adequada dos elementos do edifício.

No entanto, quando as infiltrações ocorrem, é preciso tomar medidas especiais. Antes de mais, é essencial compreender que cada tipo de infiltração envolve um procedimento distinto para resolver o problema. Por exemplo, quando a infiltração se encontra próxima ao solo (com cerca de um metro de altura), pode ser que não tenha havido uma correta impermeabilização da fundação da construção ou que a cola do revestimento tenha sido usada de maneira inadequada. 

Já as manchas de formato circular que estejam localizadas próximas aos canos ou aos registos podem ser indicativas de que estejam a ocorrer vazamentos nas conexões. 

Dessa forma, é importante que primeiro sejam identificadas as causas da infiltração para, num segundo momento, agir no sentido de as resolver.

Todos estes processos de identificação e resolução dos problemas de infiltrações devem ser acompanhadas por profissionais habilitados.

Sabia que os para-raios precisam de manutenção?

Para que possam cumprir a sua função, os para-raios devem ser sujeitos a ações periódicas de inspeção e manutenção, de acordo com as normas legais. Estas ações permitem detetar desvios em relação às normas de referência ou anomalias nas instalações provocadas pelas condições do meio ambiente, como a corrosão, a manipulação incorreta, cortes no condutor, roubo ou outras circunstâncias que possam ocorrer.

Sem a correta manutenção dos para-raios, dá-se o risco de o impacto de um raio não ser controlado nem a sua corrente ser conduzida e dispersa de forma segura. Assim, a manutenção dos para-raios consiste numa inspeção visual para comprovar se:

• não existem danos devido ao impacto de raios
• o equipamento conserva íntegros todos os seus elementos
• a continuidade dos condutores é correta
• as fixações estão em bom estado
• não existem peças deterioradas por corrosão
• o estado das uniões equipotenciais é o indicado
• a continuidade elétrica dos condutores está a funcionar devidamente.

No caso de para-raios do tipo PDI (para-raios com dispositivo de ionização, composto por uma ponta de captura, um dispositivo de ionização, um elemento de fixação, e uma ligação aos condutores de baixada) deve também comprovar-se o correto funcionamento da cabeça. Para além desta inspeção visual, os para-raios devem também ser sujeitos a verificações completas de manutenção que compreendem, para além do referido, a verificação da continuidade elétrica dos condutores e a medição à terra para garantir que permanece num valor que não ultrapasse 10 ohms – isto para que a corrente do raio se dissipe com rapidez, minimizando as correntes de retorno e as tensões de passo e contacto que podem ser muito perigosas para as pessoas.

A manutenção dos para-raios deve realizar-se sempre que a estrutura do edifício se modifique ou repare, ou quando receba o impacto de um raio. Para isso, é uma grande mais valia quando o para-raios tem um contador que informa dos raios que impactaram a sua estrutura. A verificação visual deve ser anual, no caso de instalações de nível de proteção I e II, e, no máximo, deve ser realizada a cada dois anos para níveis de proteção III e IV.

Já a verificação completa para os níveis e proteção I e IIdeve realizar-se no máximo a cada dois anos e nos níveis de proteção III e IV pelo menos uma vez a cada quatro anos. No entanto, a verificação dos sistemas críticos deve realizar-se pelo menos uma vez por ano em todos os níveis de proteção.

Como se percebe, em nome da segurança de bens e pessoas, é importante lembrar que a revisão aos para-raios deve fazer parte da rotina de manutenção do condomínio.

Estes são os cuidados a ter se for à praia em época de pandemia

Vai aproveitar o mês de agosto para dar um salto à praia? Embora não existam ainda certezas absolutas sobre o vírus da Covid -19, os cientistas estimam que há um baixo risco da sua transmissão através da ação conjunta da radiação ultravioleta solar, a alta temperatura que a areia pode alcançar durante o verão e o sal da água do mar. Ainda assim, por precaução, foram decretadas várias medidas que devemos cumprir nas idas à praia:

  • é interdito o estacionamento fora dos parques e das zonas licenciados para o efeito, ficando o incumprimento sujeito à aplicação de coimas;
  • para evitar a afluência excessiva, o estado de ocupação das praias vai ser informado através da sinalética de cores em que o verde indica ocupação baixa (que corresponde a uma utilização até um terço); o amarelo indica  ocupação elevada (que corresponde a uma utilização entre um terço a dois terços); e vermelho que sinaliza ocupação plena. Esta informação pode ser obtida também através da aplicação móvel “Info praia”, bem como no respetivo site;
  • vão existir contentores específicos para “deitar fora” os materiais de proteção individual como luvas, viseiras e máscaras. Caso estes equipamentos não estejam disponíveis, aqueles resíduos devem ser colocados no contentor que respeite a resíduos indiferenciados;
  • os chapéus de sol devem estar afastados, no mínimo, três metros entre si. Nas áreas concessionadas, deve ser assegurado o afastamento de pelo menos três metros entre os colmos e um metro e meio entre os limites das barracas.
  • o aluguer de toldos, colmos ou barracas faz-se por turnos, sendo que o turno da manhã termina às 13h30m e o turno da tarde inicia às 14h;
  • na circulação entre as pessoas, deve ser mantido o distanciamento físico de um metro e meio e devem ser respeitadas as medidas de etiqueta respiratória;
  • continua a ser permitida a venda ambulante, desde que  os vendedores respeitem as regras de usar máscara ou viseira e os alimentos, sempre que adequado, sejam disponibilizados através de pinça.

Respeitadas estas medidas, temos tudo para – dentro das condições atuais – podermos aproveitar os dias de verão nas maravilhosas praias portuguesas. E o mais importante: sempre com saúde e máxima segurança!

Vai de férias? Então, proteja a sua casa com estas 5 dicas

Siga estas 5 dicas para que possa gozar as suas férias com calma e tranquilidade.

Apesar de estarmos ainda numa época em que se recomendam cuidados redobrados à população, há muitos portugueses que este mês vão fazer a sua habitual pausa para descanso – mesmo que esta pausa signifique apenas uns dias no conforto e na segurança de uma casa de família.

Mesmo assim, é essencial que, ao ausentar-se por algum tempo, possa passar estes dias de descanso sem se preocupar com a segurança da sua casa.

Assim, a Loja do Condomínio deixa 5 dicas para que possa gozar as suas férias com calma e tranquilidade.

Reforce os cuidados

Antes de ir de férias, tenha o cuidado de catalogar todos os seus bens de maior valor e, se possível, de os deixar com alguém de sua confiança ou em algum cofre de segurança reforçada.

Tenha ainda o cuidado de confirmar que deixa a casa com todas as janelas e portas bem trancadas.

Partilhar para quê?

Sim, é verdade que, mais do que nunca, a ideia de irmos de férias nos deixa ansiosos e felizes, mas qual é a necessidade de usarmos as redes sociais para anunciar ao mundo que a nossa casa vai ficar desabitada por alguns dias?

Pode desconhecer esta realidade, mas as redes sociais têm sido um bom impulsionador dos assaltos residenciais em Portugal, já que permitem que pessoas fora da nossa rede de confiança saibam se estamos ou não nas nossas residências.

Dê vida à sua casa

É verdade que a casa está ‘sozinha’, mas pode dar ideia do contrário. Programe o alarme para despertar todos os dias ou peça a um vizinho ou amigo de confiança para visitar a sua casa com regularidade, recolhendo o correio e deixando alguma marca de presença (acender as luzes ou colocar música a tocar, por exemplo).

Tenha um SOS

É importante que exista sempre alguém de prevenção para o caso de ocorrer alguma urgência. Assim, peça a um vizinho para ficar alerta e tomar medidas caso verifique alguma ocorrência estranha na sua casa (como ruídos ou movimentações).

Confie nos serviços nacionais de proteção

Em Portugal temos o programa Casa Segura que garante que, entre 15 de junho e 15 de setembro, agentes da PSP passam duas vezes por dia às portas das casas registadas neste serviço gratuito e controlo e proteção residencial.

Como se pode perceber, para que tenha umas férias efetivamente seguras e descansadas basta que siga estas cinco regras. Depois, é só ir de férias e, com toda a segurança e com cuidados mais do que nunca redobrados, aproveitar para respirar ar puro e renovar as energias de um início de ano que foi para todos tão atribulado.

in Lifestyle Sapo

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Papel dos condomínios na valorização e manutenção do património esquecido pelo governos

O setor dos condomínios, apesar da sua grande importância na valorização e manutenção do património imobiliário, tem sido esquecido pelos sucessivos governos, considera Paulo Antunes, CEO da Loja do Condomínio (LDC), empresa criada há 18 anos. 

O responsável alerta sobretudo para dois aspetos que preocupam o setor dos condomínios. A “regulamentação da atividade, que se discute há mais de uma década, e que teima em não ver a luz do dia, (e) uma legislação da propriedade horizontal que remonta aos anos 60 e que precisa de revisão urgente, pois facilmente se percebe que a tipologia de edifícios em que vivemos hoje tem outro tipo de exigências”, disse, em entrevista ao Imobiliário da Vida Económica. 

Além disso, há a questão fiscal, que faz com que as contribuições para o condomínio continuem a não estar refletidas no IRS das famílias, criando uma injustiça fiscal inaceitável em comparação com uma família que vive numa moradia ou num edifício em condomínio fechado. 

Paulo Antunes destaca, ainda, que a LDC está a preparar para no próximo ano o lançamento de algumas novidades, como por exemplo uma nova marca, focada na gestão online de condomínios. A LDC tem hoje uma posição destacada na liderança do mercado, com 73 lojas em regime de franchising.

in Idealista Online

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O sector tem sido esquecido pelos sucessivos governos

“O sector tem sido esquecido pelos sucessivos governos, apesar da sua importância na valorização e manutenção do património” – denuncia CEO da Loja… – Diário Imobiliário

A Loja do Condomínio (LDC), criada há 18 anos, prepara–se para no próximo ano lançar algumas novidades. Em entrevista, Paulo Antunes destaca o lançamento de uma nova marca, focada na gestão online de condomínios. 

Quais os principais momentos que marcaram os 18 anos de actividade da Loja do Condomínio? 

O momento mais marcante foi, sem dúvida, a criação da marca LDC, pois foi iniciar uma actividade em franchising num sector onde ninguém o tinha tentado a nível mundial. Desde essa data é-me impossível destacar um momento específico no tempo, já que foram 18 anos recheados de muitos momentos importantes – momentos que consigo agrupar em duas grandes categorias: a primeira é, sem dúvida, o reconhecimento do mercado, sendo a LDC a marca mais premiada em Portugal no sector do franchising e considerada por vários anos consecutivos a melhor marca no apoio à rede no nosso país, a que se juntaram algumas outras distinções internacionais; a segunda categoria prende-se com a inovação associada não só aos serviços que oferecemos aos nossos clientes, mas também relacionada com a forma como produzimos esses próprios serviços, o que tem um grande impacto na vida das nossas unidades. 

De que forma é que a Loja do Condomínio contribuiu para a maior profissionalização desta actividade? 

Quando se fala de profissionalização da actividade, existe claramente um antes e um depois da LDC, já que o facto de termos sido líderes de mercado quase desde o primeiro dia nos tornou uma referência do sector. Aliado a este pioneirismo é importante reforçar que assumimos desde muito cedo a responsabilidade de informar e de formar, com um foco muito grande no cliente final – o que conduziu a pessoas cada vez mais bem informadas e mais exigentes, fazendo com que o sector crescesse na sua profissionalização. A LDC veio também demonstrar ao mercado que era possível ter empresas a operar exclusivamente na área de administração de condomínios e que era rentável fazê-lo, sendo actualmente este um sector já com níveis de profissionalização elevados. 

Em termos de regulamentação, o que é necessário ainda fazer? 

Do ponto de vista político, este é um sector que, apesar da sua grande importância na valorização e manutenção do património imobiliário do nosso país, tem sido esquecido pelos sucessivos governos. A regulamentação da actividade, que se discute há mais de uma década, teima em não ver a luz do dia, com uma legislação da propriedade horizontal que remonta aos anos 60 e que precisa de revisão urgente, pois facilmente se percebe que a tipologia de edifícios em que vivemos hoje tem outro tipo de exigências. Para além disso, temos a questão fiscal, que faz com que continuemos a não encontrar as contribuições para o condomínio reflectidas no IRS das famílias, criando uma injustiça fiscal inaceitável quando comparamos uma família que vive numa moradia ou num condomínio. 

Nos últimos meses – com a maior permanência das pessoas em suas casas – houve maior pressão sobre o funcionamento dos condomínios? 

Esta pandemia trouxe à nossa actividade um conjunto de novos desafios, não só pela maior presença de pessoas nos condomínios como pela necessidade de reforço dos serviços de limpeza e de desinfecção. No caso da LDC, procedemos a um reforço das equipas de limpeza e manutenção, de forma a dar resposta às necessidades dos nossos mais de 6000 condomínios, e, por outro lado, mais de 200 colaboradores administrativos passaram a operar em teletrabalho, de forma a garantir a operacionalidade das unidades e a evitar situações de inoperacionalidade de alguma das nossas lojas. 

Encerrámos o atendimento ao público em todas as nossas unidades entre os dias 12 de Março e 18 de Maio, sem que isso tivesse interferido na operacionalidade dos nossos serviços. 

Qual é a situação da Loja do Condomínio em termos empresariais, lojas franchisadas e quais as perspectivas futuras em termos de crescimento da actividade? 

A LDC tem hoje uma posição destacada na liderança do mercado, com 73 lojas, sendo que, para este ano e até pelos constrangimentos provocados pela Covid-19, prevemos um crescimento de facturação relativamente baixo – embora falar nesta fase de crescimento, mesmo que baixo, é bastante positivo. Para 2021 vamos ter algumas novidades importantes, mas destaco o lançamento de uma nova marca, focada na gestão online de condomínios. Uma marca que visa um “target” de clientes distintos dos da LDC e que trará uma oferta bastante diferenciadora ao mercado, quer da administração de condomínios, quer do franchising. Mas sobre este novo projecto daremos mais informações oportunamente. 

in diariomobiliario.pt

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Setor do Franchising tem sido esquecido pelos sucessivos governos

A Loja do Condomínio (LDC), criada há 18 anos, prepara-se para o próximo ano lançar alguns novidades. Em entrevista, Paulo Antunes destaca o lançamento de uma nova marca, focada na gestão online de condomínios.

Quais os principais momentos que marcaram os 18 anos de atividade da Loja do Condomínio?

O momento mais marcante foi, sem dúvida, a criação da marca LDC, pois foi iniciar uma atividade em franchising num setor onde ninguém o tinha tentado a nível mundial.

Desde essa data é-me impossível destacar um momento específico no tempo, já que foram 18 anos recheados de muitos momentos importantes – momentos que consigo agrupo em duas grandes categorias: a primeira é, sem dúvida, o reconhecimento do mercado, sendo a LDC a marca mais premiada em Portugal no setor do Franchising e considerada por vários anos consecutivos a melhor marca no apoio à rede no nosso país, a que se juntaram algumas outras distinções internacionais; a segunda categoria prende-se com a inovação associada não só aos serviços que oferecemos aos nossos clientes, mas também relacionada com a forma como produzimos esses próprios serviços, o que tem um grande impacto na vida das nossas unidades.

De que forma é que a Loja do Condomínio contribuiu para a maior profissionalização desta atividade?

Quando se fala de profissionalização da atividade, existe claramente um antes e um depois da LDC já que o facto de termos sido líderes de mercado quase desde o primeiro dia nos tornou uma referência do setor. Aliado a este pioneirismo é importante reforçar que assumimos desde muito cedo a responsabilidade de informar e de formar, com um foco muito grande no cliente final – o que conduziu a pessoas cada vez mais bem informadas e mais exigentes, fazendo com que o setor crescesse na sua profissionalização.

A LDC veio também demonstrar ao mercado que era possível ter empresas a operar exclusivamente na área de administração de condomínios e que era rentável fazê-lo, sendo atualmente este um setor já com níveis de profissionalização elevados.

Em termos de regulamentação e outros aspetos o que é necessário ainda fazer?

Do ponto de vista político este é um setor que, apesar da sua grande importância na valorização e manutenção do património imobiliário do nosso país, tem sido esquecido pelos sucessivos governos.

A regulamentação da atividade que se discute há mais de uma década teima em não ver a luz do dia, com uma legislação da propriedade horizontal que remonta aos anos 60 e que precisa de revisão urgente, pois facilmente se percebe que a tipologia de edifícios em que vivemos hoje tem outro tipo de exigências. Para além disso, temos a questão fiscal que faz com que continuemos a não encontrar as contribuições para o condomínio refletidas no IRS das famílias, criando uma injustiça fiscal inaceitável quando comparamos uma família que vive numa moradia ou num condomínio.

Nos últimos meses – com a maior permanência das pessoas em suas casas – houve maior pressão sobre o funcionamento dos condomínios? Quais as novas dinâmicas que se verificam atualmente?

Esta pandemia trouxe à nossa atividade um conjunto de novos desafios, não só pela maior presença de pessoas nos condomínios, como pela necessidade de reforço dos serviços de limpeza e de desinfeção. No caso da LDC, procedemos a um reforço das equipas de limpeza e manutenção de forma a dar resposta às necessidades dos nossos mais de 6.000 condomínios e, por outro lado, mais de 200 colaboradores administrativos passaram a operar em teletrabalho, de forma a garantir a operacionalidade das unidades e a evitar situações de inoperacionalidade de alguma das nossas lojas. Encerrámos o atendimento ao público em todas as nossas unidades entre os dias 12 de março e 18 de maio, sem que isso tivesse interferido na operacionalidade dos nossos serviços.

Qual é a situação da Loja do Condomínio em termos empresariais, lojas franchisadas e quais as perspetivas futuras em termos de crescimento da atividade? 

A LDC tem hoje uma posição destacada na liderança do mercado, com 73 lojas, sendo que, para este ano e até pelos constrangimentos provocados pela COVID 19, prevemos um crescimento de faturação relativamente baixo – embora falar nesta fase de crescimento, mesmo que baixo, é bastante positivo.

Para 2021 vamos ter algumas novidades importantes, mas destaco o lançamento de uma nova marca, focada na gestão online de condomínios. Uma marca que visa um target de clientes distintos dos da LDC e que trará uma oferta bastante diferenciadora ao mercado, quer da administração de condomínios, quer do franchising. Mas sobre este novo projeto daremos mais informações oportunamente!

in Vida Económica

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