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Todos têm que participar nas inovações?

As inovações são obras que trazem um beneficio acrescido ao edifício, podendo trazer mais segurança, conforto e algo novo que permite usufruir do espaço comum com funcionalidades atualizadas.  No entanto, as inovações nas partes comuns do condomínio têm que ser aprovadas por maioria representativa de dois terços do valor total do prédio. Quando assim acontece, todos os condóminos (mesmo aqueles que votaram contra) são obrigados a participar na despesa, de acordo com o valor que lhes couber – por norma de acordo com a permilagem.

É, apesar disso, possível que, caso algum condómino não queira participar financeiramente para a inovação, ele recorra ao tribunal para que a sua recusa seja judicialmente fundada, ficando, assim, com a possibilidade de reaver do condomínio o valor da sua participação.

Para que a recusa em participar nas inovações legalmente aprovadas em assembleia seja aceite é necessário que a inovação em questão tenha natureza voluptuária ou não seja proporcional à importância do edifício. Uma vez fundada a recusa em participar na inovação, tal condómino não poderá depois vir a usufruir da mesma.

No entanto, se o condómino em qualquer momento sentir vontade de usufruir da inovação,  pode manifestar ao administrador do condomínio essa vontade e, então, deverá acertar contas, restituindo os valores iniciais e pagando a parte que lhe cabe relativamente a todas as verbas que até então tenham sido gastas em manutenção. Acertadas as contas, o condómino pode, então, começar a usufruir das inovações, tal como os outros vizinhos. É ainda importante lembrar que as inovações não podem ir contra a lei nem contra o título constitutivo da propriedade horizontal, não podendo também, e de modo algum, prejudicar qualquer condómino na utilização quer das coisas próprias quer das coisas comuns.

“Somos todos Diamantes”, o bairro que se uniu na comemoração da VIDA

Chama-se ‘Somos todos Diamantes’ e é um projeto comunitário criado por Zeca Duarte – um condómino que olhou para esta nova fase de isolamento como uma oportunidade para aproximar vizinhos e homenagear o que temos de mais valioso: a vida.

Quem é o homem que fez nascer o projeto ‘Somos todos Diamantes’?
Eu chamo-me Zeca Duarte e moro no prédio número 90 da Rua dos Diamantes – um bairro em que já me dava bem com imensas pessoas, porque isto de ter uma cadela (a Truffa) ajuda imenso a socializarmos. Isto sobretudo quando até já temos um grupo de quatro ou cinco pessoas que se encontra todos os dias à mesma hora para passear os seus cães e chegamos a estar duas horas na conversa. São amizades que ficam para sempre!

Como surgiu e se concretizou esta ideia de dinamizar assim a rua e o bairro?
Face ao que o País e o Mundo estão a passar, vi-me sozinho em casa com o meu filho de quatro anos, num estado de emergência em que o confinamento começou por ser voluntário e rapidamente passou a obrigatório. Fiquei sozinho com o meu filho e com a Truffa, porque a guerreira cá de casa – a minha mulher – é enfermeira no Hospital de Cascais e desde muito cedo decidimos haver isolamento total também da parte dela, pelo alto potencial de contágio já que ela se encontra em contacto com doentes infetados. E foi assim que tudo começou: como trazer a minha mulher sã e salva para casa e o mais rápido possível, assim como contribuir para que todos os heróis do nosso País o pudessem fazer também rapidamente? Falei com os meus vizinhos e liguei uma coluna de 500Wts na janela da cozinha. Na primeira noite começámos por colocar o Hino Nacional, na segunda noite tocou a música “Imagine”, do John Lennon, e no dia seguinte os meus vizinhos já estavam a pedir para passar mais músicas e a fazer dedicatórias a familiares, a amigos e a vizinhos que se encontram longe.

Como foi a adesão das pessoas?
A verdadeira explosão e adesão deu-se quando criámos a página no Facebook para tornarmos este espírito de grupo ainda mais coeso e rápida e surpreendentemente chegámos aos seis mil seguidores nos primeiros 10 dias! O grupo chama-se “Somos todos diamantes” pelo facto de estarmos na Rua dos Diamantes (o epicentro desta onda de massa emocional e humana) e o nosso grito de união consolida-se a si mesmo quando todos dizemos “Uma rua, um País…o Mundo!”. E desde então tem sido uma explosão fantástica de espírito de comunidade, de solidariedade e de vizinhança.

Quais foram as situações marcantes que viveram neste processo?
Foram tantas… Desde as homenagens que já fizemos aos heróis do nosso País – profissionais de saúde, Policia, Bombeiros, Professores, funcionários dos CTT, da higiene urbana, do setor dos supermercados, entre tantos outros – até a pedidos de casamento! Temos uns vizinhos aqui na rua que vão ser avós pela primeira vez e, a pedido da filha que está afastada deles, passámos o som do bater do coração do bebé, porque nesse dia ela tinha feito a ecografia e não tinha como a mostrar aos futuros avós. Foi muito emocionante e as pessoas batiam palmas à medida que o coração ecoava pelas ruas. Também já celebrámos uma nova passagem de ano com tudo o que podemos imaginar: fogo de artificio, contagem decrescente, a tradicional subida para cima da cadeira, a lingerie azul, etc. Isto de modo a reentrarmos neste 2020 com um espírito positivo e resiliente face ao que estamos a viver e ao que ainda está para vir.

Não celebramos o fim do vírus, mas sim a nossa maneira de o enfrentar e de percebermos que, graças ao que estamos a viver, o ano 2020 é efetivamente o ano das NOSSAS VIDAS.

Como acha que vai ser o relacionamento das pessoas no bairro daqui para a frente?
Claro que o vírus vai acabar e nós estaremos cá para o celebrar, voltando a vida ao normal, mas as pessoas vão estar diferentes. Vão estar melhores, mais sensíveis e a viver mais intensamente a liberdade e o espírito de comunidade… hoje, e após 30 dias consecutivos juntos numa só voz, a nossa causa já ultrapassou os 25 mil seguidores no Facebook e, se eu pudesse mandar uma mensagem à rua, ao País e ao Mundo, diria que um diamante é uma espécie de pedaço de carvão que, após a superação de vários testes ao longo da vida, se torna único, brilhante e, acima de tudo, sendo o material mais resistente do planeta.

Por isso, e face ao que estamos a viver, convido todos a dizerem comigo, numa só voz: somos todos DIAMANTES!

Cuidado com o que guarda nas arrecadações!

Nesta época de maior recolhimento que a Covid 19 nos impôs, muitas pessoas aproveitaram o seu confinamento para arrumar e organizar as suas casas. Com isto, as arrecadações foram muitas vezes aproveitadas para guardar objetos e até peças de mobiliário que já não se queriam dentro das frações. No entanto, é realmente preciso ter cuidado com o que se guarda nestes espaços.

As arrecadações são locais exclusivamente destinados a arrumos de uma fração. É, por isso, vital que os condóminos estejam conscientes do perigo que envolve a colocação de certos materiais neste espaço, principalmente quando se trata de matérias inflamáveis e tóxicas – já que a concentração anormal de gases inflamáveis, explosivos e tóxicos pode causar danos extremamente severos em bens e pessoas, podendo inclusivamente levar à morte.

Nas arrecadações do condomínio é proibido armazenar líquidos combustíveis cujo ponto de inflamação seja inferior a 21º C (como, por exemplo, o etanol, o álcool etílico, a gasolina e o benzeno), bem como líquidos combustíveis cujo ponto de inflamação esteja compreendido entre 21º e 55º C em quantidades superiores a 10 litros (como aguarrás e aguardente) e ainda líquidos combustíveis cujo ponto de inflamação seja superior a 55ºC, em quantidade superior a 20 litros (como no caso do gasóleo e do óleo de travões). De referir que é ainda proibido a armazenagem de gases combustíveis ou tóxicos dos quais são exemplo o cloro, o amoníaco, o butano, o acetileno, o propano e o metano, entre outros.

Por medida de segurança, no núcleo de arrecadações deve existir iluminação de emergência, sinalização, sistema de alarme da configuração 2 e extintores. Dependendo da tipologia do edifício, estas medidas deverão fazer parte do plano de segurança contra incêndio concebido por técnico habilitado para o efeito.

Como se percebe, é claro que devemos aproveitar as arrecadações para a organização de bens que queremos guardar fora da fração, desde que não se trate de objetos e produtos inflamáveis e/ou tóxicos.

Loja do Condomínio comemora 12 anos e reforça inovação

A Loja do Condomínio (LDC) de Santa Maria da Feira comemora este mês o seu 12º aniversário, um marco que a empresa assinala com o sentimento de dever cumprido. “Estes 12 anos representam um enorme orgulho para a nossa marca, sobretudo pelo impacto que esta loja tem tido na região de Santa Maria da Feira. O facto de podermos contribuir para o desenvolvimento da economia local e, sobretudo, de ajudarmos com a dinamização da empregabilidade da região fazem com que este aniversário ganhe uma importância acrescida”, refere o director-executivo Paulo Antunes.

in Diário de Aveiro

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Regime de cobrança das taxas devidas nos Julgados de Paz

A Portaria número 342/2019 de 1 de outubro trouxe alterações ao regime de pagamento das taxas devidas nos julgados de paz – as quais entraram em vigor no passado dia 1 de janeiro, tendo como objetivo facilitar o acesso a esta entidade, poupar tempo e diminuir as burocracias. Agora, ao contrário de o demandante pagar uma taxa inicial de 35 € com a apresentação do requerimento inicial e de o demandado pagar igual taxa com a apresentação da contestação (ou, se acontecer em momento anterior, com a aceitação da intervenção da mediação), difere-se para a fase final do processo o pagamento da taxa devida a título de custas.

Nos casos em que o processo é concluído por acordo alcançado em mediação, determina-se que o mesmo apenas seja submetido a homologação pelo juiz de paz após confirmação do pagamento de uma taxa de 25 € por cada parte.

Por outro lado, fixa-se o pagamento da taxa já hoje devida, de 70 €, a suportar pela parte que o juiz declare vencida, quando o processo prossegue por inexistência ou inutilidade do procedimento de mediação, a ser paga apenas após decisão.

Assim, com as novas regras, por cada processo tramitado nos julgados de paz, as partes suportam o pagamento de uma taxa, efetuando-se o seu pagamento nos seguintes termos:

  • Quando seja alcançado acordo em sede de mediação, o demandante e o demandado efetuam, individualmente, o pagamento de uma taxa de 25 €. O pagamento deste valor é efetuado no julgado de paz após conclusão da respetiva sessão de mediação.
  • Quando o processo prossegue por inexistência ou inutilidade do procedimento de mediação, a parte que o juiz declare vencida suporta o pagamento de uma taxa de 70 € ou, em caso de decaimento parcial do pedido, fica implícito o pagamento de parte desse valor, na proporção que o juiz de paz fixar, sendo o remanescente pago pela outra parte. Este pagamento é efetuado num dos três dias úteis imediatamente subsequentes ao do conhecimento da decisão.

Para efeitos de validação, processamento e conciliação dos pagamentos das taxas devidas em cada processo, as partes indicam, na sua primeira intervenção processual, os dados relativos à sua identificação fiscal, devendo a secretaria do julgado de paz solicitar às partes essa informação sempre que não conste no processo. A falta de pagamento desta taxa determina a não submissão do acordo a homologação pelo juiz de paz.

Sendo a taxa paga, a secretaria notifica as partes de que o acordo é submetido a homologação pelo juiz de paz, após confirmação do pagamento da taxa devida por todas as partes, no prazo de três dias úteis.

Terminado este prazo, caso a taxa devida não tenha sido paga por todas as partes, o processo prossegue para julgamento, havendo lugar a devolução da taxa paga pela parte que a haja realizado e obtenha vencimento na causa, ou, caso esta seja declarada vencida, sendo-lhe devidamente relevado o referido pagamento na fixação do montante da taxa de 70 €.

A falta de realização pela parte declarada vencida do pagamento da taxa de 70 € importa a aplicação de uma sobretaxa de 10 € por cada dia de atraso no cumprimento dessa obrigação, não podendo o montante global exceder, em qualquer caso, o valor de 140 €.

Remoção de manchas difíceis

Questionamo-nos muitas vezes sobre a melhor forma para retirar manchas difíceis. No entanto, não existe uma resposta única, mas antes tantas respostas quantos os tipos de sujidade que compõem as manchas.

Podemos, no entanto, agrupar os tipos de sujidade em quatro grandes grupos, segundo o modo de a remover: a sujidade solúvel em água, em detergentes alcalinos, em solventes e em detergentes ácidos.

Há manchas que são facilmente diluídas em água, por um processo de diluição – como é o caso das sujidades originadas por urina, fezes, sangue e alguns tipos de alimentos, que facilmente se removem com a aplicação repetida de água e sem adição de detergentes.

Já as gorduras ou proteínas são removidas com a utilização de um detergente alcalino, encontrando-se ainda neste grupo a maioria dos alimentos e de outros resíduos orgânicos que não sejam possíveis de remover só com água. Os óleos minerais, as ceras e o batom, por exemplo, só são  removidos através do uso de solventes.

Se se tratar de manchas de café, chá, vinho ou sumos de fruta deverá ser utilizado um detergente com poder oxidante, nomeadamente oxigénio ativo. Caso se trate de ferrugem ou calcário, então necessitamos de um detergente ácido.

Não menos importante que o tipo de sujidade é identificar o tipo de superfície a limpar. Se os pavimentos de pedra, de mosaico, de tijoleira, de grés ou de vinil não oferecem especial complexidade, pois toleram bem a grande maioria dos detergentes (sejam eles ácidos ou alcalinos), outros há que são mais sensíveis e necessitam de outros cuidados.

Os elevadores, por exemplo, embora sejam normalmente compostos pelo extremamente resistente aço inoxidável, não devem ser limpos com produtos muito alcalinos ou clorados, pois podem ficam com manchas ou com escurecimento da superfície. O ideal é utilizar-se um detergente de base solvente, como o Tergi Inox. Este produto remove as manchas, as dedadas e outras marcas, deixando uma película protetora brilhante que impede que a superfície se suje rapidamente.

Também as marcas de borracha nos pavimentos – como as marcas de calçado de borracha nos pavilhões desportivos e as marcas de pneus nas garagens – devem ser removidos com um detergente solvente, neste caso o Microsolv.

Já nos pavimentos encontramos quase todo o tipo de sujidade, embora a mais frequente seja a orgânica (resíduos da mais variada proveniência como gorduras, óleos, excrementos, etc), embora também se encontrem, por vezes, manchas de salitre ou de óxidos, nomeadamente ferrugem.  No primeiro caso, devemos utilizar um produto alcalino, como o Emerald, que se revela extremamente eficaz na remoção tanto de resíduos orgânicos como da maioria das gorduras. No caso de estarmos na presença de manchas de salitre ou óxidos, deve utilizar-se o Decalc ou, em casos mais difíceis, o Acid Power.

Em superfícies em madeira ou linóleo não devem ser utilizados detergentes alcalinos ou ácidos, pois podem danificar as superfícies. No caso do linóleo, é mesmo desaconselhado o uso de detergentes, com exceção dos neutros como o Flower ou o Reflesh.  Assim, na limpeza de superfícies de madeira – como portas, armários ou paredes forradas – deve utilizar-se um produto de base solvente, com ceras e silicone, tal como o Pronto Móveis. É importante que este produto seja sempre aplicado no pano e não na superfície, para não deixar aureola na madeira. No caso de pavimentos de madeira, deve utilizar-se um detergente neutro, como o Pronto Madeiras ou o Reflesh.

Finalmente, no caso de revestimentos têxteis (como estofos, carpetes e alcatifas) é aconselhável o uso de detergentes neutros específicos para têxteis, como o Ini-Mok e o Dry-Mok. Nestas superfícies, também podemos atuar diretamente sobre as manchas, utilizando produtos prontos a usar. Conforme as manchas sejam gordurosas (óleos vegetais, óleos animais, óleos minerais, maquilhagem e nódoas enzimáticas) ou com origem em chocolate, ovo, leite ou sangue, recomendamos o Stain Wash Power. Caso se trate de manchas oxidáveis – como vinho, frutas, sumo de fruta, café, chá, etc. – deve ser utilizado o Stain Wash Oxy, que atua em profundidade nas fibras, removendo as nódoas mais difíceis.

Como pode ver, cada tipo de mancha e de sujidade tem a sua ‘solução’. O importante ter sempre em conta o tipo de mancha e de superfície a limpar, garantindo assim uma limpeza eficaz e a máxima conservação da referida superfície.

6 dicas para ter plantas bonitas e saudáveis em casa

Parece simples ter plantas dentro de casa, correto? No entanto, a tarefa pode ser bem mais complexa do que aquilo que parece quando decidimos decorar os nossos lares com plantas naturais, já que estes seres vivos podem ser especialmente sensíveis e exigentes em termos de condições e tratamentos. Mas temos uma boa notícia: apesar desta complexidade, é possível ter plantas bonitas e saudáveis dentro de casa e sem que tenhamos de dedicar muito tempo a esta tarefa. Basta, para isso, que siga estas seis sugestões:

  • Escolha as plantas ‘certas’. E por ‘certas’ vamos entender aquelas que são mais resistentes a ambientes fechados. Exemplos disso são os lírios da paz, as aloé vera, as orquídeas, os catos, as suculentas e as begónias. Se não tem muito tempo para dedicar ao tratamento de plantas, estas podem ser as suas melhores parceiras já que exigem poucos cuidados e resistem na maioria dos ambientes;
  • Regue adequadamente as plantas. O que significa que as deve regar de acordo com as necessidades de cada espécie – há plantas que precisam de ser regadas diariamente, enquanto outras apenas necessitam que o faça uma vez por semana. O melhor é utilizar o truque do ‘pratinho’ debaixo do vaso que permite perceber quando é que a água já foi totalmente absorvida e evaporou, dando assim uma indicação da altura certa para se fazer a rega;
  • Escolha bem com o tamanho do vaso. É essencial perceber a proporção de crescimento da planta escolhida, de modo a que a plante num vaso que lhe permita alcançar livremente todo o crescimento estimado;
  • Tenha atenção ao local onde a vai colocar. Há plantas que necessitam de receber sol e ar direto, pelo que convém que sejam colocadas junto a uma janela, enquanto outras precisam de maior isolamento e sombra. Uma má localização da planta pode comprometer a sua saúde e longevidade, pelo que até a divisão onde a vai colocar deve ser equacionada de acordo com as necessidades da espécie escolhida;
  • Use adubo orgânico. Hoje em dia já existe muita oferta a este nível, mas é sabido que o adubo orgânico ajuda a que as plantas cresçam fortes e saudáveis. Pode, então, apostar no método de compostagem, adubando a terra com cascas de frutas, coadores de café e até saquinhos de chá;
  • Verifique frequentemente a saúde da planta. Convém que todos os meses analise a sua planta, percebendo a eventual presença de algum sinal de pragas ou doenças – que normalmente são logo visíveis nas folhas. Confirmando-se a saúde da planta, limpe todos os meses as folhas com um pano seco e limpo. Caso detete algum problema pode recorrer a produtos específicos para o efeito – mas convém saber que existem algumas ‘mezinhas tradicionais’ para cada tipo de problema. Sabia que, por exemplo, uma mistura de uma cebola triturada e misturada com dois litros de água é um ótimo remédio para o combate de pragas?

Garantidos estes cuidados, terá tudo para adotar uma planta e lhe garantir a máxima saúde, resistência e vitalidade.

Loja do Condomínio – Um sucesso que pode ser seu

Há marcas que são claramente diferenciadas por características ímpares. É o caso da Loja do Condomínio que nasceu em junho de 2002, com a abertura das primeiras quatro unidades, e que tem desde então valores como a inovação e o sucesso a definir a sua trajetória.

A rápida expansão da Loja do Condomínio deve-se, em primeiro lugar, à clara adaptação da sua oferta e ao facto de a administração de condomínios ser, cada vez mais, um serviço imprescindível, num país onde mais de dois milhões e meio de famílias habitam em propriedade horizontal. Assim, a aposta da marca ligou-se intimamente à necessidade de promover, neste setor, uma mudança geradora de confiança.

Foi assim que a Loja do Condomínio abriu as portas aos condóminos, numa relação onde a informação e a proximidade são desde sempre fatores de credibilidade. Relação essa que resultou numa marca de grande destaque e que mantém, há já vários anos consecutivos, a liderança de mercado.

Deste modo, e com um conceito onde a simplicidade e a objetividade imperam, a Loja do Condomínio procura oferecer condições que facilitam a vida dos franchisados e dos condóminos, trazendo-lhes poupança, segurança, comodidade e acessibilidade.

Vantagens de investir no franchising Loja do Condomínio

A Loja do Condomínio é um negócio com excelentes perspetivas de sucesso e de crescimento, que assenta em vários pilares fundamentais, de onde destacamos:

• Baixo custo de investimento

• Baixos custos operacionais

• Elevada rentabilidade

• Serviços diversificados

• Sistema informático exclusivo

• Imagem corporativa cuidada

• Atribuição de uma zona de exclusividade

• Parcerias estratégicas

• Apoio e formação contínua.

Todos estes pilares são sustentados através de uma estrutura consolidada e com um sistema de apoio contínuo em várias áreas:

• Preparação e abertura de loja

• Formação

• Operação

• Qualidade

• Marketing

• Comunicação

• Informática

• Compras

• Desenvolvimento

• Inovação

A Loja do Condomínio dá-lhe, assim, a oportunidade de criar o seu próprio negócio de forma independente e com a garantia de poder contar com o apoio de uma equipa que o orienta na sua atividade. Com base num sistema de cooperação e partilha, a Loja do Condomínio permite deste modo a concretização de um negócio com resultados comprovados.

Para além disso, a Loja do Condomínio disponibiliza um serviço de excelência ao seu negócio, privilegiando sempre o recurso às mais inovadoras tecnologias e permitindo que os nossos franchisados sejam mais do que representantes da nossa marca, mas antes verdadeiros empresários de sucesso.

A Loja do Condomínio apresenta uma extrema resiliência assente em sistemas próprios de software, permitindo que, mesmo na atual crise, mantenha toda a sua operacionalidade, como mais de 80% dos colaboradores em teletrabalho. Com isto, a marca assegura a entrega dos serviços contratados aos seus clientes e, consequentemente, garante toda a sua faturação.

in BestFranchising.pt

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