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COVID 19: Como é que os condóminos devem lidar com esta ameaça?

Com o surgimento e a expansão da pandemia Covid 19, o cenário mudou drasticamente e diversas dúvidas  pairam no ar, nomeadamente quanto ao que devemos fazer dentro dos nossos condomínios.

Para responder a essas questões a quem faz parte de um condomínio (seja administrador, condómino, funcionário ou prestador de serviço), a Loja do Condomínio preparou um guia com sugestões para as principais áreas da vida em condomínio que sofrem o impacto deste vírus.

Assembleias de condomínio

O fato de estarmos diante da atual pandemia de coronavírus (Covid 19) é motivo mais que suficiente para o cancelamento e/ou adiamento das assembleias de condóminos. Por isso, a recomendação é aguardar, só se devendo retomar assembleias quando houver segurança, já que a saúde pública e a vida de todos são neste momento a prioridade e uma questão de ordem pública.

Interdição de áreas de lazer nos condomínios

Temos de evitar aglomerações, pelo que os condomínios devem avaliar, individualmente, a suspensão de atividades em espaços infantis, áreas desportivas fechadas e salas de condomínio, entre outros.

Se a recomendação de não usar as áreas comuns não surtir efeito e tendo em conta o atual cenário, entendemos ser possível determinar o encerramento e a proibição do uso dessas áreas, visando a preservação da saúde de todos.

Condóminos: nova etiqueta e cuidados redobrados com higiene

– Caso o elevador esteja cheio, deve aguardar o próximo ou utilizar as escadas. Para além disso, e por forma a evitar constrangimentos, utilize somente este equipamento com pessoas do seu agregado familiar

– O Ideal é suspender as obras em curso, principalmente se o trabalho estiver a ser realizado por mais que um profissional

– Proteja as mãos ao abrir uma porta (maçaneta), ao usar as escadas (corrimãos) e ao chamar o elevador (botões e porta). Se possível, use luvas ou utilize um papel e deite-os imediatamente fora, para não contaminar outras superfícies

– Mantenha distância de pelo menos 1,5 m das pessoas

– Cubra a boca e o nariz com um lenço de papel, ao tossir ou espirrar, e deite para o lixo o papel utilizado

– Mantenha as mãos sempre higienizadas, lavando-as frequentemente com água e sabão (durante cerca de 20 segundos)

– Suspenda temporariamente jantares e confraternizações, evitando que outras pessoas frequentem o condomínio e a sua casa

– Ao chegar a casa, reserve um local para trocar de calçado e mudar de roupa, lavando imediatamente o vestuário que utilizou ao sair (programando uma temperatura para a lavagem superior a 60º).

Casos confirmados ou suspeitos no condomínio: como proceder

Em caso de confirmação que um condómino tem COVID 19, as autoridades devem ser informadas para que a pessoa possa estar sob vigilância e ir seguindo as orientações do SNS.

A pessoa contaminada ficará em quarentena domiciliária, devendo ser reforçadas as rotinas de limpeza para evitar contaminar os demais moradores.

Para além disso, o doente deve ter os seguintes cuidados:
– Não circular pelas áreas comuns, isolando-se em casa
– Se realmente precisar de circular no condomínio, fazer uso de máscara e:
– desinfetar as áreas por onde o doente passou (elevador, por exemplo).
– manter distância mínima de 1,5 m de outras pessoas.

Solidariedade com infetados, idosos ou grupos de risco

A solidariedade é sempre bem-vinda, mas especialmente necessária e apreciada em momentos de crise, como este que nos encontramos a atravessar. Assim, é possível que os condóminos se organizem para ajudar algum vizinho que se saiba estar infetado, perguntando se ele precisa de alguma coisa e entregando à porta (sem contacto direto) alimentos e outros bens de primeira necessidade de que ele necessite. Para além disso, um telefonema de acompanhamento diário a este vizinho é um simples gesto que não prejudica a vida dos condóminos, trazendo ao mesmo tempo conforto para quem precisa e deve ficar em quarentena.

O mesmo se aplica com os vizinhos idosos que pertençam ao grupo de risco – diabéticos, hipertensos, cardíacos, asmáticos, doentes renais, etc., que também devem seguir a recomendação de ficar em casa durante o máximo de tempo possível.

Áreas comuns do condomínio – limpeza e desinfeção

Dentro do condomínio, a limpeza e desinfeção das áreas comuns deve ser uma prioridade, garantindo-se três pressupostos:

– Limpeza regular. Sempre que possível e com a ajuda de todos (inclusive dos moradores, dado que os recursos neste período são limitados), a limpeza deve ser reforçada, devendo-se ter especial atenção com os elevadores (portas e botões), os corrimãos das escadas , as maçanetas, as portas, as caixas do correio e os intercomunicadores, entre outros. Para o efeito, deve utilizar-se produtos de limpeza com capacidade desinfetante

– Ventilação. Deixar os corredores o mais ventilados possível

– Higienização. Motivar os moradores a higienizarem as mãos ao entrar no prédio, para evitar contaminar as superfícies no condomínio.

in Sapo Lifestyle

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COVID 19: Como é que os condóminos devem lidar com esta ameaça?

Com o surgimento e a expansão da pandemia Covid 19, o cenário mudou drasticamente e diversas dúvidas pairam no ar, nomeadamente quanto ao que devemos fazer dentro dos nossos condomínios.

Para responder a essas questões a quem faz parte de um condomínio (seja administrador, condómino, funcionário ou prestador de serviço), a LDC preparou um guia com sugestões para a vida em condomínio face a este vírus:

Assembleias de condomínio
O fato de estarmos diante da atual pandemia de coronavírus (Covid 19) é motivo mais que suficiente para o cancelamento e/ou adiamento das assembleias de condóminos. Por isso, a recomendação é aguardar, só se devendo retomar assembleias quando houver segurança, já que a saúde pública e a vida de todos são neste momento a prioridade e uma questão de ordem pública.

Interdição de áreas de lazer nos condomínios
Temos de evitar aglomerações, pelo que os condomínios devem avaliar, individualmente, a suspensão de atividades em espaços infantis, áreas desportivas fechadas e salas de condomínio, entre outros.

Se a recomendação de não usar as áreas comuns não surtir efeito e tendo em conta o atual cenário, entendemos ser possível determinar o encerramento e a proibição do uso dessas áreas, visando a preservação da saúde de todos.

Condóminos: nova etiqueta e cuidados redobrados com higiene
• Caso o elevador esteja cheio, deve aguardar o próximo ou utilizar as escadas. Para além disso, e por forma a evitar constrangimentos, utilize somente este equipamento com pessoas do seu agregado familiar
• O Ideal é suspender as obras em curso, principalmente se o trabalho estiver a ser realizado por mais que um profissional
• Proteja as mãos ao abrir uma porta (maçaneta), ao usar as escadas (corrimãos) e ao chamar o elevador (botões e porta). Se possível, use luvas ou utilize um papel e deite-os imediatamente fora, para não contaminar outras superfícies
• Mantenha distância de pelo menos 1,5 m das pessoas
• Cubra a boca e o nariz com um lenço de papel, ao tossir ou espirrar, e deite para o lixo o papel utilizado
• Mantenha as mãos sempre higienizadas, lavando-as frequentemente com água e sabão (durante cerca de 20 segundos)
• Suspenda temporariamente jantares e confraternizações, evitando que outras pessoas frequentem o condomínio e a sua casa
• Ao chegar a casa, reserve um local para trocar de calçado e mudar de roupa, lavando imediatamente o vestuário que utilizou ao sair (programando uma temperatura para a lavagem superior a 60º).

Casos confirmados ou suspeitos no condomínio: como proceder
Em caso de confirmação que um condómino tem COVID 19, as autoridades devem ser informadas para que a pessoa possa estar sob vigilância e ir seguindo as orientações do SNS.

A pessoa contaminada ficará em quarentena domiciliária, devendo ser reforçadas as rotinas de limpeza para evitar contaminar os demais moradores.

Para além disso, o doente deve ter os seguintes cuidados:
• Não circular pelas áreas comuns, isolando-se em casa
• Se realmente precisar de circular no condomínio, fazer uso de máscara e:
– desinfetar as áreas por onde o doente passou (elevador, por exemplo).
– manter distância mínima de 1,5 m de outras pessoas.

Solidariedade com infetados, idosos ou grupos de risco
A solidariedade é sempre bem-vinda, mas especialmente necessária e apreciada em momentos de crise, como este que nos encontramos a atravessar. Assim, é possível que os condóminos se organizem para ajudar algum vizinho que se saiba estar infetado, perguntando se ele precisa de alguma coisa e entregando à porta (sem contacto direto) alimentos e outros bens de primeira necessidade de que ele necessite. Para além disso, um telefonema de acompanhamento diário a este vizinho é um simples gesto que não prejudica a vida dos condóminos, trazendo ao mesmo tempo conforto para quem precisa e deve ficar em quarentena.

O mesmo se aplica com os vizinhos idosos que pertençam ao grupo de risco – diabéticos, hipertensos, cardíacos, asmáticos, doentes renais, etc., que também devem seguir a recomendação de ficar em casa durante o máximo de tempo possível.

Áreas comuns do condomínio – limpeza e desinfeção
Dentro do condomínio, a limpeza e desinfeção das áreas comuns deve ser uma prioridade, garantindo-se três pressupostos:
• Limpeza regular. Sempre que possível e com a ajuda de todos (inclusive dos moradores, dado que os recursos neste período são limitados), a limpeza deve ser reforçada, devendo-se ter especial atenção com os elevadores (portas e botões), os corrimãos das escadas, as maçanetas, as portas, as caixas do correio e os intercomunicadores, entre outros. Para o efeito, deve utilizar-se produtos de limpeza com capacidade desinfetante
• Ventilação. Deixar os corredores o mais ventilados possível
• Higienização. Motivar os moradores a higienizarem as mãos ao entrar no prédio, para evitar contaminar as superfícies no condomínio.

Funcionários de condomínios: orientações e cuidados
O administrador do condomínio deve transmitir orientações aos seus colaboradores sobre medidas de proteção, tais como:
– Higienização antes de iniciarem as tarefas e depois de as terminarem
– Cuidado especial com pertences de uso pessoal
– Sempre que alguém tenha indícios da doença, deve comunicar a sua situação e ser afastado até se recuperar
– Evitar contacto com os condóminos e/ou visitantes do condomínio
– Aos funcionários com mais de 60 anos, e/ou que se insiram no grupo de risco, deve ser avaliada a necessidade de afastamento para preservar a sua saúde até se ultrapassar este momento crítico.

Alterações ao Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndios em Edifícios

A Lei n.º 123/2019, de 18 de outubro, veio trazer três principais alterações a esta matéria, na área da responsabilização pela elaboração dos projetos, das competências de inspeção, fiscalização e ainda das sanções para as entidades que comercializam e instalam equipamentos de segurança contra incêndios.

Assim, a responsabilização pela elaboração dos projetos de SCIE (segurança contra incêndios em edifícios) e medidas de autoproteção a edifícios e recintos das 2ª, 3ª e 4ª categorias de risco passa a ser assumida exclusivamente por um arquiteto ou engenheiro, ambos reconhecidos pelas respetivas ordens profissionais, com certificação de especialização declarada para o efeito de  acordo com os requisitos que tenham sido objeto de protocolo entre a ANEPC e cada uma destas associações profissionais.

A ANEPC deve proceder ao registo atualizado dos autores de projeto e medida de autoproteção, publicitando depois a listagem dos mesmos no sítio da ANEPC.

Relativamente às competências para assegurar o cumprimento das condições de segurança contra incêndio e inspeções, fiscalização e deliberação de pareceres relativos a projetos de SCIE e medidas de autoproteção, os municípios passam a ser responsáveis pelos edifício e recintos afetos à 1ª categoria edifícios de risco, mantendo-se os restantes na responsabilidade da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

A tramitação dos procedimentos que sejam da competência dos órgãos dos municípios é realizada informaticamente, através do sistema informático previsto no regime jurídico da urbanização e edificação.

Ainda como alterações, o diploma legal introduz uma nova sanção acessória relativa a entidades que comercializem, instalem e façam a manutenção de equipamentos de SCIE sem estarem devidamente registadas na ANEPC. Este incumprimento será penalizado com a interdição do exercício das suas atividades com a duração máxima de dois anos.

Funções do administrador – quem as quer?

O administrador do condomínio assume um papel de liderança na vida do edifício, o que implica planear, organizar, controlar e harmonizar divergências e conflitos. Em termos práticos, e para além da formação em segurança contra incêndios em edifícios, a lei não impõe nenhuma característica ou conhecimento específico para exercer o cargo. No entanto, é conveniente que o administrador tenha apetência e predisposição para lidar com um conjunto de tarefas e rotinas, das quais destacamos algumas:

  • Solicitar o cartão de entidade equipada a pessoa coletiva;
  • Abrir as contas bancárias do condomínio e fazer os depósitos nas contas bancárias do condomínio;
  • Convocar assembleias;
  • Elaborar os orçamentos anuais das receitas e despesas relativas a cada ano;
  • Verificar a existência do seguro contra o risco de incêndio, propondo à assembleia o montante do capital seguro;
  • Substituir-se na contratação do seguro contra o risco de incêndio da fração, quando o respetivo condómino não o tenha feito;
  • Cobrar as receitas e efetuar as despesas comuns;
  • Exigir aos condóminos a sua quota-parte nas despesas aprovadas;
  • Emitir e enviar os avisos / recibo de pagamento;
  • Realizar os atos conservatórios dos direitos relativos aos bens comuns;
  • Regular o uso dos bens comuns e a prestação dos serviços de interesse comum;
  • Executar as deliberações da assembleia;
  • Representar o conjunto dos condóminos perante as autoridades administrativas;
  • Prestar contas à assembleia;
  • Assegurar a execução do regulamento e das disposições legais e administrativas relativas ao condomínio;
  • Guardar e manter todos os documentos que digam respeito ao condomínio;
  • Redigir e levar à aprovação da assembleia o Regulamento Interno do Condomínio – redigir e aprovar regulamentos para as partes comuns específicas, como, por exemplo, as garagens, a sala de condomínio, a piscina, etc.;
  • Lavrar atas das assembleias de condóminos, recolher as assinaturas dos presentes e enviar cópia até 30 dias após a realização das assembleias aos condóminos ausentes;
  • Dar a conhecer todas as notificações dirigidas ao condomínio, designadamente as provenientes das autoridades administrativas;
  • Afixar em local de passagem comum aos condóminos a identificação do administrador;
  • Alertar os condóminos para a obrigatoriedade de executar obras de conservação no edifício de 8 em 8 anos e, independentemente desse prazo, realizar todas as obras necessárias à manutenção da sua segurança, salubridade e arranjo estético;
  • Afixar em local de passagem a informação da execução e da duração de obras que algum condómino realize na sua fração;
  • Promover a implementação das medidas de autoproteção e do plano de segurança contra incêndios em edifícios (quando aplicável);
  • Promover as inspeções às instalações de gás a cada 5 anos, para as instalações de gás executadas há mais de 10 anos e que não tenham sido objeto de remodelação;
  • Celebrar contratos de prestação de serviços ou de fornecimento de serviços em nome do condomínio;
  • Contratar trabalhadores afetos ao condomínio, pagar salários, seguros de acidente de trabalho e respetivos impostos;
  • Fiscalizar o trabalho prestado pelo fornecedor de serviços ao condomínio;
  • Promover a manutenção de todos os equipamentos comuns nos prazos legais.

Para além de tudo isto, o administrador do condomínio deverá, entre outras funções que possam vir a ser deliberadas em assembleia, promover o bom ambiente e a participação de todos na vida do condomínio.

Como se percebe, é importante que este cargo seja ocupado por alguém com disponibilidade e predisposição para a função – que se sabe ser desafiante, mas igualmente satisfatória. Afinal, estamos a falar de alguém que zela pelo espaço a que todos os moradores chamam lar!

Quando a água não vai pelo ralo… Dicas para prevenir entupimentos na sua casa

á lhe aconteceu abrir uma torneira e a água não escoar pelo ralo ou pela sanita? Ou detetar ligeiras humidades localizadas que derivam de fuga de água nos canos? Se sim, saiba que este é o primeiro alerta para a existência de problemas sobre os quais há que intervir rapidamente.

Enquanto a reparação dos entupimentos nos coletores de esgotos instalados na via pública é da responsabilidade da autarquia, os entupimentos que ocorram no prédio são da responsabilidade dos proprietários – assim como os prejuízos que, em consequência destes, possam ocorrer nas partes comuns ou nas frações.

Os entupimentos são comuns em condomínios, afetando um grande número de pessoas e envolvendo tanto custos muito elevados como reparações normalmente demoradas.

Por isso, o melhor é tomar certos cuidados para minimizar e evitar o risco de entupimentos, com uma atitude consciente e cuidada por parte dos condóminos, que não devem, por exemplo, deitar pelos ralos objetos para os quais as canalizações não estão preparadas (o que resulta na formação de grandes bolsas de resíduos sólidos que entopem toda a rede de esgoto ou impedem a sua vazão).

A falta de fluidez do esgoto pode provocar, para além do mau cheiro, um refluxo do sistema na canalização doméstica, ou seja, fazendo com que todos os detritos possam sair, pelas sanitas e pelos ralos, para dentro das casas.

Para prevenir os entupimentos, os condóminos devem assumir algumas medidas preventivas:

  • Evitar que os cabelos se acumulem nos ralos
  • Não deitar nos ralos e na sanita papel higiénico em excesso, fraldas absorventes, fio dental, cotonetes, plásticos, embalagens e outros objetos
  • Não deitar para o lava-loiça óleo, restos de comida, borras de café, folhas de chá e semelhantes
  • Não utilizar arames ou objetos pontiagudos para desobstruir os canos, porque esta medida pode furar a canalização e gerar ainda mais problemas
  • Utilizar redes de proteção nos ralos para evitar que os detritos vão para os canos
  • Se utilizar desinfetantes ou desodorizantes na borda da sanita, deverá verificar se a sua colação está correta e segura para que não se desprendam, provocando entupimento no sifão
  • Não deitar medicamentos e produtos cosméticos nas sanitas.

Para manter um sistema de esgoto limpo, com bom escoamento e sem obstruções é essencial que, para além de assegurar estas medidas, se faça uma manutenção regular envolvendo a limpeza de sifões, dos canos e das centrais elevatórias.

Sendo os entupimentos um problema que podemos evitar com algumas medidas de prevenção e de segurança, é importante que todos os condóminos as garantam para evitar problemas que, para além de tempo e incómodo, consumem ainda um considerável investimento financeiro.

Mais uma vez, é caso para dizer que na prevenção é que está o ganho!

in Sapo Lifestyle

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O que mudou na administração de condomínios?

O número de famílias a viver em condomínios tem crescido exponencialmente nos últimos anos. Em paralelo, a dimensão e a capacidade destes edifícios também aumentou, tornando cada vez mais complexa e exigente a administração destes espaços, sendo necessário levar a cabo uma gestão integrada do imóvel, não nos limitando apenas à gestão tradicional da receção de quotas e do pagamento de contas.

Em Portugal, a administração de condomínios é exercida, na sua esmagadora maioria, por particulares – que ignoram, muitas vezes, que algumas empresas de administração de condomínios beneficiam de capacidade negocial na aquisição de bens e serviços para o condomínio, de ferramentas que permitem agilizar a gestão do edifício, bem como da capacidade de disponibilizar informação em tempo real aos condóminos.

Os desafios que se colocam a esta atividade são inequívocos e a necessidade de as empresas do setor se adaptarem a esta nova realidade tornou-se emergente.

Hoje, temos um mercado mais transparente, esclarecido e consciente das responsabilidades e dos direitos de cada interveniente na vida do condomínio, sendo o rigor um elemento chave para se assegurar o património de cada condómino.

Regras de segurança para a lareira

Neste tempo mais frio do ano, a lareira pode ser um dos maiores aliados das nossas casas, ajudando a manter uma temperatura mais agradável e acolhedora. No entanto, este equipamento é projetado para queimar lenha seca, podendo facilmente originar fogos indesejados e outros problemas que facilmente se evitam seguindo algumas regras:

Garanta a máxima qualidade da lenha: O bom funcionamento da lareira depende também da qualidade da lenha. É essencial, por isso, considerar aspetos como a infestação da mesma, sendo que, caso se verifique a existência de bichos e insetos, nunca se deve aplicar inseticida já que, quando a lenha arder, irá libertar esses químicos;

Tenha cuidado com o que queima: Tentativas de queimar plásticos, madeiras derivadas de paletes, madeiras molhadas ou com tinta, restos de vegetação ou pedações de árvores e lixo  podem originar uma chama descontrolada que prejudica a lareira e a chaminé, libertam gases tóxicos que saturam a atmosfera e propiciam o perigo de a chama se tornar incontrolável e poder provocar um incêndio;

Utilize apenas produtos adequados para acender a lareira: É importante que não se utilizem derivados de petróleo para acender a lareira, devendo o próprio álcool ser também evitado – isto porque estes combustíveis podem provocar explosões, danificar a lareira e colocar a segurança das pessoas em risco.  É, por isso, sempre preferível utilizar os iniciadores de fogo específicos para o efeito. Para além disso, deve utilizar-se sempre os acessórios próprios para mover as brasas, não esquecendo de manter uma proteção à frente da lareira que evite que as cinzas se propaguem para o exterior da mesma;

Tenha atenção à libertação de monóxido de carbono: Principalmente se não tiver um detetor deste gás inflamável, já que ele pode originar dores de cabeça, tonturas, náuseas e consequências bastantes graves para a nossa saúde;

Garanta as inspeções periódicas recomendadas: A lareira deve ser inspecionada pelo menos a cada dois anos e a chaminé da lareira deve ser limpa uma vez por ano, para evitar a acumulação de cinzas.

Para além disso, é importante que se garanta a existência de um extintor perto da lareira, como meio de primeira intervenção caso ocorra um foco de incêndio.

E se tem dúvidas acerca de qual o extintor mais adequado para para ser utilizado numa lareira caseira, saiba que, sempre que possível, devemos optar pelo extintor de água aditivada – é bastante eficaz com fogos da classe A (combustíveis sólidos como papel, tecido, cortiça, madeira, borracha), da classe B (líquidos combustíveis como gasóleo, gasolina, petróleo, óleos lubrificantes) e da classe F (óleos de origem animal ou vegetal como azeite, óleo de fritar, margarinas e banha).

Elevador: a mais-valia da modernização

O elevador é, cada vez mais, um meio de transporte essencial para o nosso dia-a-dia. Ao longo dos anos e dependendo da utilização de cada elevador, surgem alguns sinais de desgaste, com implicação no incremento de avarias e do tempo de imobilização do aparelho. Torna-se evidente não só para um melhor rendimento, mas – e com vista a melhorar a segurança de todos os utilizadores – a necessidade de efetuar uma modernização do elevador.

Miguel Leitão, representante da Orona Portugal, explica que são vários os motivos para realizar uma modernização a estes equipamentos “desde exigências legais – novas ou de alteração, que em matéria de segurança e acessibilidade recomendam a modernização do equipamento – a alterações que se realizam devido a novas necessidades no uso do edifício. Podemos também alterar o design, com a renovação da estética do elevador, adaptando-se ao estilo do edifício, a segurança com o aumento do conforto na deslocação, a redução do nível de ruído ou melhoria da segurança e precisão de paragem, sempre em busca de uma eficiência ecológica com relevante poupança energética, através de soluções sustentáveis e ecoeficientes, tecnologia gearless e iluminação temporizada LED”.

No entanto, é fundamental selecionar a solução adequada para cada edifício, dependendo a modernização a escolher do tipo de instalação, do âmbito das obras, do tipo de população e até do uso dado aos elevadores – pelo que é essencial que a empresa que vá assegurar o serviço conheça a fundo a realidade do condomínio, para que possa apresentar a proposta mais em linha com o que é efetivamente necessário.

Para Miguel Leitão, é ainda importante ter em conta que é possível aproveitar esta modernização para se reforçar a poupança e a sustentabilidade do condomínio: “nesta área é importante salientar o sistema de tração por variação de frequência, que, por originar arranques e paragens progressivas, reduz o consumo de corrente elétrica em aproximadamente 30%, anulando o excessivo consumo da potência de arranque das máquinas. Como os elevadores são responsáveis por cerca de 80% do consumo de energia do edifício, podendo este valor – em equipamentos de alto tráfego – ser superado, conseguimos uma redução substancial de valor na fatura da energia global do edifício. Dá-se também uma poupança importante no material sujeito à força motriz, já que o elevador tem uma suave desaceleração até à sua paragem total, sendo de realçar a melhoria de segurança com um nivelamento preciso ao piso, evitando “degraus” entre o patamar e a cabina.  Para além disso, a substituição da máquina por nova gearless (sem redutor) reduz despesas de manutenção, pois deixa de existir engrenagem redutora e, deste modo, necessidade de óleos ou massa de lubrificação, bem como, uma redução do nível de ruido. Esta situação, em conjunto com o variador de frequência, garante uma otimização na suavidade e segurança do elevador”.

Como se pode perceber, a modernização atempada dos elevadores traduz-se não só numa melhoria efetiva do equipamento e do transporte segudo dos condóminos, como pode ainda ajudar numa redução bastante significativa dos encargos do condomínio.

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