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Sugestões para que o seu condomínio tenha o melhor e mais equilibrado “ar natalício”

Siga estas sugestões para que o seu condomínio adquira um ar mais natalício.

Esta época de final do ano parece concentrar-se num momento essencial: o do Natal e da passagem de ano. As casas começam a decorar-se com pinheiros e com luzes que se percebem das janelas e toda a gente parece respirar este espírito natalício a que poucos ficam indiferentes. Por isso, é também chegada a hora de levar o Natal até ao seu condomínio.

No entanto, este tema não é tão simples quanto à partida pode parecer. Vejamos, por isso, algumas sugestões para que as decorações deste ano deixem o seu condomínio com o melhor e mais equilibrado “ar natalício”:

1- Eleição da comitiva responsável

Há sempre vizinhos que gostam especialmente destas tarefas e outros que têm um especial dom para as áreas da decoração e da bricolagem. Por isso, aproveite a próxima reunião de condóminos para falar no assunto e se eleger o grupo de vizinhos que ficará responsável pelo tema.

2- Planeamento

O tema deve ser visto como um projeto e, claro está, tratado como tal. Por isso, é importante que se defina quem faz o quê, quando, como e com quanto. Aqui, é essencial que se defina (e cumpra) um orçamento para se conseguir toldar aquelas ideias que, apesar de serem muito criativas, são financeiramente inviáveis.

3- Execução

Já temos a ‘comitiva responsável’, mas isso não implica que não se envolvam outras pessoas. Por exemplo, porque não pedir a todas as crianças do condomínio que se encarreguem de pintar um mural ou para fazer um enfeite que será pendurado na árvore de Natal que ficará na entrada do prédio?

Outra ideia será pedir a uma pessoa de cada fração que escreva uma frase com um desejo especial para o ano que se segue e fazer uma grinalda com todos os desejos reunidos. A ideia será reforçar o espírito de equipa e aproveitar as boas ideias para se fazer algo especial sem ter de gastar dinheiro com uma coisa que tem uma duração muito provisória.

4- Um extra solidário

Já agora, aproveite esta data para reforçar o conceito solidário no condomínio e convide todos os condóminos a oferecer algo a uma associação de solidariedade local (ou a alguma família mais carenciada da zona).

Garanta apenas que esta decoração cumpre a legislação em vigor e que ela é removida das partes comuns do edifício no prazo máximo de 48 horas após a manifestação que a justifica – ou seja, toda a decoração deve ser retirada até ao dia 3 de janeiro, quando o Natal e a passagem de ano já estiverem novamente a 12 meses de distância.

in lifestyle.sapo.pt

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E se as contas não são aprovadas?…

É função do administrador do condomínio apresentar à assembleia as contas respeitantes ao último ano para a sua discussão e aprovação.

As contas do condomínio relativas ao ano transato devem ser apresentadas ao condomínio e corresponder ao período de 12 meses do exercício da atividade do administrador. Poderá, no entanto, ser conveniente proceder à referida prestação de contas noutro período menor, caso o administrador cesse a sua função antes dos 12 meses por ter sido exonerado ou por ter renunciado ao seu cargo.

Pode, no entanto, acontecer que o administrador apresente as contas e elas não tenham sido aprovadas pela assembleia. Nesta situação, devem ser tomadas todas as diligências necessárias para esclarecer as falhas, as omissões ou as incorreções que possam existir, devendo a assembleia – em conjunto com o administrador – procurar corrigir e/ou sanar todas as irregularidades encontradas.

Porém, se a assembleia não conseguir chegar a acordo para aprovar as contas, ou se nem sequer for possível reunir a assembleia por falta recorrente de quórum, pode o administrador requerer judicialmente a apresentação das contas, através do processo especial de apresentação de contas. Nos termos do artigo 941 do Código do Processo Civil, a referida ação pode ser proposta por quem tenha o dever de prestar as contas (administrador) e por quem tenha o direito de as exigir (condóminos). Assim, o direito de propor a referida ação cabe também aos condóminos quando, por exemplo, o administrador se recusa a apresentar as contas à assembleia.

Sempre que não seja possível resolver o diferendo por acordo, só resta o recurso ao tribunal para conseguir o julgamento das contas com imparcialidade.

Porta corta fogo aberta só com retentor eletromagnético

As portas resistentes ao fogo, quando convenientemente fabricada e instaladas, têm a função de evitar a propagação de incêndio através dela, durante um período de tempo previamente determinado e verificado através de ensaio tipo normalizado, efetuado por laboratório acreditado para o efeito.

Se por algum motivo for necessário manter abertas as portas resistentes ao fogo, as mesmas deverão dispôr de dispositivos de retenção que as conservem  normalmente abertas e que, em caso de incêndio, as libertem automaticamente, provocando o seu fecho por ação exclusiva dos referidos dispositivos de retenção eletromagnéticos.

Existem no mercado três tipos de dispositivos de retenção eletromagnética para as portas corta fogo:

  • Retentor Eletromagnético que permite que uma porta dotada de um dispositivo de fecho permaneça aberta num determinado ângulo predefinido, até à interrupção da sua alimentação elétrica
  • Mola recuperadora que incorpora um dispositivo de retenção eletromagnética
  • Mola recuperadora de braço livre com retenção eletromagnética que permite que uma porta, após abertura até à posição pré determinada, seja acionada livremente entre essa  posição e a posição de fecho, sem resistência nem amortecimento. Após  interrupção  da alimentação elétrica do dispositivo, a porta é então completamente fechada sob a ação da mola.

Sempre que estas portas estiverem equipadas com dispositivos de retenção, deve ser afixado na face aparente das mesmas (quando abertas) um sinal com a  inscrição ” Porta corta-fogo. Não colocar obstáculos que impeçam o fecho” ou com pictograma equivalente.

O registo de beneficiário efetivo de imóveis e o condomínio

O registo de beneficiário efetivo foi criado para cumprir a Quarta Diretiva Europeia contra o Branqueamento de Capitais, vindo reforçar a transparência, a confiança e a segurança das transações económicas entre as entidades nacionais e internacionais que operam em Portugal. Por força da aplicação desta diretiva, alguns condomínios vão ficar obrigados ao cumprimento de novos deveres de informação, devendo declarar ao IRN (Instituto dos Registos e Notariado) os condomínios e conjuntos de edifícios constituídos em propriedade horizontal cujo valor patrimonial global se situe acima de € 2.000.000  somado ao controlo de uma permilagem superior a 50% detida por um único titular, por contitulares ou por pessoa ou pessoas singulares que se devam considerar seus beneficiários efetivos. Cumprindo-se este dever, passa a ser conhecida a identidade dos verdadeiros proprietários de imóveis de luxo.

A declaração do beneficiário efetivo é entregue no site da Secretaria-geral do Ministério da Justiça, através da plataforma digital disponível para o efeito. Esse ato é gratuito desde que seja feito durante o prazo previsto por lei – caso contrário, terá um custo de 35 €. Se a  declaração for feita no IRN, com  ajuda dos serviços do registo, terá um custo de 15 €.

O prazo para o condomínio fazer o registo do beneficiário efetivo foi alargado até dia 30 de novembro de 2019.

Após a entrega da primeira declaração do beneficiário efetivo, a informação tem de ser atualizada sempre que existam alterações aos dados, até 30 dias após a respetiva alteração. A não atualização do referido registo constitui uma contra ordenação punível com coima de 1.000 a 50.000 €.

Já preparou a sua casa para o inverno?

Fique a conhecer seis dicas que vão permitir que a sua casa permaneça confortável e à temperatura ideal durante os meses mais frios do ano.

É incontornável: o mau tempo chega e as nossas casas começam a perder a temperatura amena e confortável que apresentaram nos meses anteriores.

No entanto, é possível prolongar esse conforto mesmo nos dias mais frios do ano.

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Parece-lhe difícil? Então fique a conhecer algumas dicas da Loja do Condomínio para conseguir que, dentro de sua casa, pareça primavera durante todo o ano

1 – Isolamento de portas e janelas

Basta muitas vezes passar com uma mão junto às molduras de janelas e portas para percebermos se elas se encontram realmente isoladas. Quando não estão, basta comprar e aplicar uma fita isolante que vai impedir que a temperatura mais fria entre dentro de casa.

2 – Tecidos e têxteis encorpados

Do mesmo modo que alternamos nos nossos roupeiros a roupa de verão com a de inverno, também os têxteis da casa podem seguir o mesmo processo. No inverno, o ideal será termos cortinados pesados, grossos e com cores escuras para ajudar a conservar a temperatura dentro de casa. As almofadas são também outro objeto decorativo que pode criar um clima mais quente e aconchegante.

3 – Tapetes felpudos

É verdade que no verão é bom sentir a frescura de um chão nú debaixo dos pés, mas no inverno isto pode ser muito desagradável. Assim, o ideal é apostar em tapetes e carpetes com pelo e texturas mais felpudas que ajudem a aquecer os espaços e a dar à casa um ar mais confortável e acolhedor.

4 – Iluminação correta

Só troca as lâmpadas lá de casa quando elas se fundem? Pois saiba então que também elas ajudam a conferir aos espaços um ambiente mais frio ou mais quente – sendo precisamente por isso que, no inverno, devemos optar por lâmpadas de luz âmbar ou amarela, que ajudam a manter a sensação de calor.

5 – Velas, velas e mais velas!

Sim, as velas são um ótimo apontamento de decoração, mas são também mais do que isso, passando a assumir o protagonismo das noites frias de inverno. Basta acender algumas velas em casa para conseguir, para além da poupança energética, um ambiente mais quente e acolhedor, que tão bem sabe naqueles dias em que o mau tempo mais se faz sentir.

6 – Sobreposições

É difícil conseguir dormir profundamente quando as noites ficam mais frias, mas isso também não é motivo para ligar imediatamente o ar condicionado. Já se sabe que as mantas e as sobreposições estão na moda, pelo que o segredo é esse mesmo: utilizar edredons, cobertores e mantas que, para além de darem à decoração do seu quarto um toque especial, vão ainda ajudar a que as noites sejam mais quentes e confortáveis.

Como pode perceber, bastam seis simples passos para se conseguir que, neste inverno, o frio fica onde se pretende: fora de casa.

in SAPO Lifestyle

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Loja do Condomínio comemora nono aniversário

A empresa liderada por Mauro Pinheiro completa este mês nove anos de existência.

Com provas dadas no setor, a Loja do Condomínio (LDC) soma e segue na região. A empresa liderada por Mauro Pinheiro completa este mês nove anos de existência e tem sido sempre “a evoluir até aos dias de hoje”.

Segundo Mauro Pinheiro, este tem sido um projeto desafiante. Sobre a equipa que lidera, o proprietário da LDC, enaltece a equipa, pois tudo é feito em conjunto “com grande esforço e dedicação ao projeto”, referindo que tem “corrido bem” e “felizmente com muito sucesso”. Esta é uma loja que tem merecido o reconhecimento por parte dos clientes, que segundo Mauro Pinheiro, são a razão do seu sucesso.

Também Paulo Antunes, CEO da LDC, destacou o trabalho e a evolução da LDC do Carregado, revelando em comunicado que “têm sido oito anos extraordinários”. Para o CEO da empresa a LDC “teve um reconhecimento incrível no Carregado” sustentando que “este sucesso prova não só o potencial que o mercado desta nossa região apresenta, como justifica ainda o êxito conseguido por esta marca cujo eixo estratégico está na máxima satisfação dos clientes”.

De acordo com Paulo Antunes um dos objetivos que leva ao sucesso, passa pela resposta “às necessidades e expectativas que se detetam localmente”. “Esta preocupação justifica, aliás, a consolidação da LDC, ano após ano, como líder do mercado nacional de gestão e administração de condomínios”.

in Valor Local

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Loja do Condomínio (LDC) de Ponta Delgada comemora o seu 15º aniversário

No corrente mês de novembro, a Loja do Condomínio (LDC) de Ponta Delgada comemora o seu 15º aniversário.

Por ocasião da comemoração da data, Paulo Antunes, CEO da LDC, revelou que “têm sido 15 anos extraordinários, em que a LDC teve um reconhecimento incrível em Ponta Delgada. Este sucesso prova não só o potencial que o mercado desta região apresenta, como justifica ainda o êxito conseguido por esta marca cujo eixo estratégico está na máxima satisfação dos clientes, procurando dar resposta às necessidades e expectativas que se detetam localmente. Esta preocupação justifica, aliás, a consolidação da LDC, ano após ano, como líder do mercado nacional de gestão e administração de condomínios”.

A Loja do Condomínio (LDC) terminou o ano 2018 com resultados que, uma vez mais, reforçam a clara liderança do mercado nacional de administração de condomínios – com uma faturação de 20 milhões de euros e um crescimento de 5.9% em relação a 2017.

Segundo Paulo Antunes (CEO da LDC), “estes resultados são um reflexo da eficácia da nossa estratégia e da qualidade dos serviços que prestamos, com alta taxa de retenção e fidelização dos nossos clientes. Para 2019, esperamos alcançar, no mínimo, um crescimento idêntico ao do ano anterior”.

in Jornal Açores 9

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Proprietários propõem “preços máximos” na fiscalização de elevadores

A Associação Nacional de Proprietários (ANP) considerou “inacreditável” a discrepância de valores cobrados pelas câmaras municipais para licenciamento e fiscalização das instalações de elevadores, competência que lhes foi atribuída em 2002, propondo a fixação de “preços máximos”.

“Como as câmaras têm as mãos livres, há coisas absolutamente inacreditáveis como é, por exemplo, a Câmara de Lisboa cobrar aos condomínios um valor seis vezes mais elevado daquele que paga às entidades inspetoras, isto é absolutamente um escândalo”, afirmou o presidente da ANP, António Frias Marques, recusando, no entanto, a retirada desta competência aos municípios.

Na perspetiva do representante dos proprietários de imóveis, a solução passa por o Governo “estabelecer preços máximos a cobrar pelas câmaras que estivessem em consonância com os preços mínimos a pagar” às empresas que prestam os serviços de inspeções periódicas e de reinspeções.

Em declarações à agência Lusa, António Frias Marques manifestou-se “estupefacto” com a existência de câmaras municipais a cobrarem “preços exorbitantes” por um serviço que é contratado ou subcontratado a entidades privadas por “preços absolutamente aviltantes”.

“Não há nada que justifique que uma câmara pague 14 ou 15 euros a uma entidade inspetora e que, depois, vá cobrar 176 euros por esse mesmos serviços”, avançou o presidente da ANP, defendendo que “uma taxa pressupõe o custo de um serviço que é prestado, – senão, trata-se de um imposto encapotado”.

Afirmando que é preciso “pôr um cobro” à atual situação, o representante dos proprietários rejeitou a ideia de retirar a competência aos municípios, “porque, efetivamente, as autarquias é que estão mais perto dos cidadãos”.

Responsável por administrar 6.800 condomínios em Portugal, com 170.000 proprietários, a empresa Loja do Condomínio (LDC) disse que a transferência para as câmaras municipais da competência para licenciamento e fiscalização das instalações de elevadores criou “injustiça social” devido à discrepância de preços, acrescentando que o processo se tornou “chato, demorado e burocrático”.

“Uma das dificuldades que temos é que em cada município tratamos com uma entidade distinta”, apontou o diretor-geral da LDC, Paulo Antunes, em declarações à Lusa, apoiando a retirada desta competência aos municípios, para que o processo seja desenvolvido através de um portal nacional.

A criação de uma plataforma que sirva todos os condomínios a nível nacional é uma “enorme vantagem”, defendeu Paulo Antunes, indicando que se trata de “desburocratização” do processo de licenciamento e fiscalização de elevadores.

À simplificação do processo, o responsável da empresa LDC acrescentou “a eventual redução de custo”, explicando que, além do valor que as empresas de inspeção cobram, há o trabalho administrativo que as câmaras municipais produzem, o que resulta na cobrança de taxas que vêm “agravar, em muito, o preço das inspeções”.

“Podendo as empresas de administração de condomínios negociar diretamente com as empresas inspetoras, podemos conseguir preços mais simpáticos para os nossos clientes, para os condomínios, não diminuindo em nada a qualidade do serviço, porque a empresa inspetora será a mesma, com as mesmas competências, com as mesmas obrigações”, declarou Paulo Antunes, reforçando que, assim, a alteração da legislação vem trazer “eficiência”.

Segundo o jornal Público, o Governo está a trabalhar numa alteração ao regime jurídico de manutenção e inspeção de elevadores, uma vez que a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) tem recebido reclamações que apontam para “grandes disparidades nos valores cobrados pelos diversos municípios e, também, nos valores a pagar às entidades inspetoras”.

A Lusa questionou o Ministério do Ambiente e Ação Climática, que tutela a DGEG, sobre a alteração do regime jurídico de manutenção e inspeção de elevadores, o qual remeteu o pedido para a direção-geral, que ainda não respondeu.

in RTP online

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