Homepage

Pedir contacto

Saiba qual a melhor solução para o seu condomínio


Por favor insira o seu nome

Por favor insira o seu contacto


Por favor insira o seu código-postal


Descubra o melhor plano

Saiba qual o plano mais económico para a administração do seu condomínio com múltiplos benefícios para si.

Visto imagem

plano simples

Simplifique o seu dia

Visto imagem

plano base

Cuidados essenciais para o seu condominio

mais popular Visto imagem

plano total

Tudo o que precisa para viver melhor

Mais de 17 anos de experiência

Confie num líder com mais de 17 anos de experiência que lhe oferece a soluções mais completas e flexíveis.

73

Lojas

6.800

Condomínios

170.000

Condóminos

Peça-nos uma proposta

Peça-nos uma proposta


Para-raios precisam de manutenção!

Para que possam cumprir a sua função, os para-raios devem ser sujeitos a ações periódicas de inspeção e manutenção, de acordo com as normas legais. Estas ações permitem detetar desvios em relação às normas de referência ou anomalias nas instalações provocadas pelas condições do meio ambiente, como a corrosão, a manipulação incorreta, cortes no condutor, roubo ou outras circunstâncias que possam ocorrer.

Sem a correta manutenção dos para-raios, dá-se o risco de o impacto de um raio não ser controlado nem a sua corrente ser conduzida e dispersa de forma segura. Assim, a manutenção dos para-raios consiste numa inspeção visual para comprovar se:

• não existem danos devido ao impacto de raios
• o equipamento conserva íntegros todos os seus elementos
• a continuidade dos condutores é correta
• as fixações estão em bom estado
• não existem peças deterioradas por corrosão
• o estado das uniões equipotenciais é o indicado
• a continuidade elétrica dos condutores está a funcionar devidamente.

No caso de para-raios do tipo PDI (para-raios com dispositivo de ionização, composto por uma ponta de captura, um dispositivo de ionização, um elemento de fixação, e uma ligação aos condutores de baixada) deve também comprovar-se o correto funcionamento da cabeça. Para além desta inspeção visual, os para-raios devem também ser sujeitos a verificações completas de manutenção que compreendem, para além do referido, a verificação da continuidade elétrica dos condutores e a medição à terra para garantir que permanece num valor que não ultrapasse 10 ohms – isto para que a corrente do raio se dissipe com rapidez, minimizando as correntes de retorno e as tensões de passo e contacto que podem ser muito perigosas para as pessoas.

A manutenção dos para-raios deve realizar-se sempre que a estrutura do edifício se modifique ou repare, ou quando receba o impacto de um raio. Para isso, é uma grande mais valia quando o para-raios tem um contador que informa dos raios que impactaram a sua estrutura. A verificação visual deve ser anual, no caso de instalações de nível de proteção I e II, e, no máximo, deve ser realizada a cada dois anos para níveis de proteção III e IV.

Já a verificação completa para os níveis e proteção I e IIdeve realizar-se no máximo a cada dois anos e nos níveis de proteção III e IV pelo menos uma vez a cada quatro anos. No entanto, a verificação dos sistemas críticos deve realizar-se pelo menos uma vez por ano em todos os níveis de proteção.

Como se percebe, em nome da segurança de bens e pessoas, é importante lembrar que a revisão aos para-raios deve fazer parte da rotina de manutenção do condomínio.

Praia sim, mas com regras!

Vai aproveitar o mês de agosto para dar um salto à praia? Embora não existam ainda certezas absolutas sobre o vírus da Covid -19, os cientistas estimam que há um baixo risco da sua transmissão através da ação conjunta da radiação ultravioleta solar, a alta temperatura que a areia pode alcançar durante o verão e o sal da água do mar. Ainda assim, por precaução, foram decretadas várias medidas que devemos cumprir nas idas à praia:

  • é interdito o estacionamento fora dos parques e das zonas licenciados para o efeito, ficando o incumprimento sujeito à aplicação de coimas;
  • para evitar a afluência excessiva, o estado de ocupação das praias vai ser informado através da sinalética de cores em que o verde indica ocupação baixa (que corresponde a uma utilização até um terço); o amarelo indica  ocupação elevada (que corresponde a uma utilização entre um terço a dois terços); e vermelho que sinaliza ocupação plena. Esta informação pode ser obtida também através da aplicação móvel “Info praia”, bem como no respetivo site;
  • vão existir contentores específicos para “deitar fora” os materiais de proteção individual como luvas, viseiras e máscaras. Caso estes equipamentos não estejam disponíveis, aqueles resíduos devem ser colocados no contentor que respeite a resíduos indiferenciados;
  • os chapéus de sol devem estar afastados, no mínimo, três metros entre si. Nas áreas concessionadas, deve ser assegurado o afastamento de pelo menos três metros entre os colmos e um metro e meio entre os limites das barracas.
  • o aluguer de toldos, colmos ou barracas faz-se por turnos, sendo que o turno da manhã termina às 13h30m e o turno da tarde inicia às 14h;
  • na circulação entre as pessoas, deve ser mantido o distanciamento físico de um metro e meio e devem ser respeitadas as medidas de etiqueta respiratória;
  • continua a ser permitida a venda ambulante, desde que  os vendedores respeitem as regras de usar máscara ou viseira e os alimentos, sempre que adequado, sejam disponibilizados através de pinça.

Respeitadas estas medidas, temos tudo para – dentro das condições atuais – podermos aproveitar os dias de verão nas maravilhosas praias portuguesas. E o mais importante: sempre com saúde e máxima segurança!

Papel dos condomínios na valorização e manutenção do património esquecido pelo governos

O setor dos condomínios, apesar da sua grande importância na valorização e manutenção do património imobiliário, tem sido esquecido pelos sucessivos governos, considera Paulo Antunes, CEO da Loja do Condomínio (LDC), empresa criada há 18 anos. 

O responsável alerta sobretudo para dois aspetos que preocupam o setor dos condomínios. A “regulamentação da atividade, que se discute há mais de uma década, e que teima em não ver a luz do dia, (e) uma legislação da propriedade horizontal que remonta aos anos 60 e que precisa de revisão urgente, pois facilmente se percebe que a tipologia de edifícios em que vivemos hoje tem outro tipo de exigências”, disse, em entrevista ao Imobiliário da Vida Económica. 

Além disso, há a questão fiscal, que faz com que as contribuições para o condomínio continuem a não estar refletidas no IRS das famílias, criando uma injustiça fiscal inaceitável em comparação com uma família que vive numa moradia ou num edifício em condomínio fechado. 

Paulo Antunes destaca, ainda, que a LDC está a preparar para no próximo ano o lançamento de algumas novidades, como por exemplo uma nova marca, focada na gestão online de condomínios. A LDC tem hoje uma posição destacada na liderança do mercado, com 73 lojas em regime de franchising.

in Idealista Online

ver artigo

O sector tem sido esquecido pelos sucessivos governos

“O sector tem sido esquecido pelos sucessivos governos, apesar da sua importância na valorização e manutenção do património” – denuncia CEO da Loja… – Diário Imobiliário

A Loja do Condomínio (LDC), criada há 18 anos, prepara–se para no próximo ano lançar algumas novidades. Em entrevista, Paulo Antunes destaca o lançamento de uma nova marca, focada na gestão online de condomínios. 

Quais os principais momentos que marcaram os 18 anos de actividade da Loja do Condomínio? 

O momento mais marcante foi, sem dúvida, a criação da marca LDC, pois foi iniciar uma actividade em franchising num sector onde ninguém o tinha tentado a nível mundial. Desde essa data é-me impossível destacar um momento específico no tempo, já que foram 18 anos recheados de muitos momentos importantes – momentos que consigo agrupar em duas grandes categorias: a primeira é, sem dúvida, o reconhecimento do mercado, sendo a LDC a marca mais premiada em Portugal no sector do franchising e considerada por vários anos consecutivos a melhor marca no apoio à rede no nosso país, a que se juntaram algumas outras distinções internacionais; a segunda categoria prende-se com a inovação associada não só aos serviços que oferecemos aos nossos clientes, mas também relacionada com a forma como produzimos esses próprios serviços, o que tem um grande impacto na vida das nossas unidades. 

De que forma é que a Loja do Condomínio contribuiu para a maior profissionalização desta actividade? 

Quando se fala de profissionalização da actividade, existe claramente um antes e um depois da LDC, já que o facto de termos sido líderes de mercado quase desde o primeiro dia nos tornou uma referência do sector. Aliado a este pioneirismo é importante reforçar que assumimos desde muito cedo a responsabilidade de informar e de formar, com um foco muito grande no cliente final – o que conduziu a pessoas cada vez mais bem informadas e mais exigentes, fazendo com que o sector crescesse na sua profissionalização. A LDC veio também demonstrar ao mercado que era possível ter empresas a operar exclusivamente na área de administração de condomínios e que era rentável fazê-lo, sendo actualmente este um sector já com níveis de profissionalização elevados. 

Em termos de regulamentação, o que é necessário ainda fazer? 

Do ponto de vista político, este é um sector que, apesar da sua grande importância na valorização e manutenção do património imobiliário do nosso país, tem sido esquecido pelos sucessivos governos. A regulamentação da actividade, que se discute há mais de uma década, teima em não ver a luz do dia, com uma legislação da propriedade horizontal que remonta aos anos 60 e que precisa de revisão urgente, pois facilmente se percebe que a tipologia de edifícios em que vivemos hoje tem outro tipo de exigências. Para além disso, temos a questão fiscal, que faz com que continuemos a não encontrar as contribuições para o condomínio reflectidas no IRS das famílias, criando uma injustiça fiscal inaceitável quando comparamos uma família que vive numa moradia ou num condomínio. 

Nos últimos meses – com a maior permanência das pessoas em suas casas – houve maior pressão sobre o funcionamento dos condomínios? 

Esta pandemia trouxe à nossa actividade um conjunto de novos desafios, não só pela maior presença de pessoas nos condomínios como pela necessidade de reforço dos serviços de limpeza e de desinfecção. No caso da LDC, procedemos a um reforço das equipas de limpeza e manutenção, de forma a dar resposta às necessidades dos nossos mais de 6000 condomínios, e, por outro lado, mais de 200 colaboradores administrativos passaram a operar em teletrabalho, de forma a garantir a operacionalidade das unidades e a evitar situações de inoperacionalidade de alguma das nossas lojas. 

Encerrámos o atendimento ao público em todas as nossas unidades entre os dias 12 de Março e 18 de Maio, sem que isso tivesse interferido na operacionalidade dos nossos serviços. 

Qual é a situação da Loja do Condomínio em termos empresariais, lojas franchisadas e quais as perspectivas futuras em termos de crescimento da actividade? 

A LDC tem hoje uma posição destacada na liderança do mercado, com 73 lojas, sendo que, para este ano e até pelos constrangimentos provocados pela Covid-19, prevemos um crescimento de facturação relativamente baixo – embora falar nesta fase de crescimento, mesmo que baixo, é bastante positivo. Para 2021 vamos ter algumas novidades importantes, mas destaco o lançamento de uma nova marca, focada na gestão online de condomínios. Uma marca que visa um “target” de clientes distintos dos da LDC e que trará uma oferta bastante diferenciadora ao mercado, quer da administração de condomínios, quer do franchising. Mas sobre este novo projecto daremos mais informações oportunamente. 

in diariomobiliario.pt

ver artigo

Setor do Franchising tem sido esquecido pelos sucessivos governos

A Loja do Condomínio (LDC), criada há 18 anos, prepara-se para o próximo ano lançar alguns novidades. Em entrevista, Paulo Antunes destaca o lançamento de uma nova marca, focada na gestão online de condomínios.

Quais os principais momentos que marcaram os 18 anos de atividade da Loja do Condomínio?

O momento mais marcante foi, sem dúvida, a criação da marca LDC, pois foi iniciar uma atividade em franchising num setor onde ninguém o tinha tentado a nível mundial.

Desde essa data é-me impossível destacar um momento específico no tempo, já que foram 18 anos recheados de muitos momentos importantes – momentos que consigo agrupo em duas grandes categorias: a primeira é, sem dúvida, o reconhecimento do mercado, sendo a LDC a marca mais premiada em Portugal no setor do Franchising e considerada por vários anos consecutivos a melhor marca no apoio à rede no nosso país, a que se juntaram algumas outras distinções internacionais; a segunda categoria prende-se com a inovação associada não só aos serviços que oferecemos aos nossos clientes, mas também relacionada com a forma como produzimos esses próprios serviços, o que tem um grande impacto na vida das nossas unidades.

De que forma é que a Loja do Condomínio contribuiu para a maior profissionalização desta atividade?

Quando se fala de profissionalização da atividade, existe claramente um antes e um depois da LDC já que o facto de termos sido líderes de mercado quase desde o primeiro dia nos tornou uma referência do setor. Aliado a este pioneirismo é importante reforçar que assumimos desde muito cedo a responsabilidade de informar e de formar, com um foco muito grande no cliente final – o que conduziu a pessoas cada vez mais bem informadas e mais exigentes, fazendo com que o setor crescesse na sua profissionalização.

A LDC veio também demonstrar ao mercado que era possível ter empresas a operar exclusivamente na área de administração de condomínios e que era rentável fazê-lo, sendo atualmente este um setor já com níveis de profissionalização elevados.

Em termos de regulamentação e outros aspetos o que é necessário ainda fazer?

Do ponto de vista político este é um setor que, apesar da sua grande importância na valorização e manutenção do património imobiliário do nosso país, tem sido esquecido pelos sucessivos governos.

A regulamentação da atividade que se discute há mais de uma década teima em não ver a luz do dia, com uma legislação da propriedade horizontal que remonta aos anos 60 e que precisa de revisão urgente, pois facilmente se percebe que a tipologia de edifícios em que vivemos hoje tem outro tipo de exigências. Para além disso, temos a questão fiscal que faz com que continuemos a não encontrar as contribuições para o condomínio refletidas no IRS das famílias, criando uma injustiça fiscal inaceitável quando comparamos uma família que vive numa moradia ou num condomínio.

Nos últimos meses – com a maior permanência das pessoas em suas casas – houve maior pressão sobre o funcionamento dos condomínios? Quais as novas dinâmicas que se verificam atualmente?

Esta pandemia trouxe à nossa atividade um conjunto de novos desafios, não só pela maior presença de pessoas nos condomínios, como pela necessidade de reforço dos serviços de limpeza e de desinfeção. No caso da LDC, procedemos a um reforço das equipas de limpeza e manutenção de forma a dar resposta às necessidades dos nossos mais de 6.000 condomínios e, por outro lado, mais de 200 colaboradores administrativos passaram a operar em teletrabalho, de forma a garantir a operacionalidade das unidades e a evitar situações de inoperacionalidade de alguma das nossas lojas. Encerrámos o atendimento ao público em todas as nossas unidades entre os dias 12 de março e 18 de maio, sem que isso tivesse interferido na operacionalidade dos nossos serviços.

Qual é a situação da Loja do Condomínio em termos empresariais, lojas franchisadas e quais as perspetivas futuras em termos de crescimento da atividade? 

A LDC tem hoje uma posição destacada na liderança do mercado, com 73 lojas, sendo que, para este ano e até pelos constrangimentos provocados pela COVID 19, prevemos um crescimento de faturação relativamente baixo – embora falar nesta fase de crescimento, mesmo que baixo, é bastante positivo.

Para 2021 vamos ter algumas novidades importantes, mas destaco o lançamento de uma nova marca, focada na gestão online de condomínios. Uma marca que visa um target de clientes distintos dos da LDC e que trará uma oferta bastante diferenciadora ao mercado, quer da administração de condomínios, quer do franchising. Mas sobre este novo projeto daremos mais informações oportunamente!

in Vida Económica

ver artigo

6 dicas para quem continua a trabalhar em casa

A pensar em todas as pessoas que têm agora as suas casas a servir também de ‘palco’ ao escritório, eis seis sugestões para que o dia a dia profissional seja rentável e realmente produtivo. 

Ultrapassada que está a fase aguda do confinamento, há muitas pessoas que já retomaram as suas funções nos habituais locais de trabalho. 

No entanto, há também muitos profissionais que, por condicionantes do empregador ou até por opção, vão continuar a manter a sua ocupação dentro de casa. Nesta situação, a dúvida é quase sempre a mesma: como é que se pode tornar um espaço limitado e originalmente pensado para ‘viver’ num local que permita também ‘trabalhar’? 

A pensar em todas as pessoas que têm agora as suas casas a servir também de ‘palco’ ao escritório, a Loja do Condomínio deixa aqui 6 sugestões para que o dia a dia profissional seja rentável e realmente produtivo: 

1- Crie o seu espaço de trabalho 

Claro que o ideal será ter um espaço exclusivamente reservado ao trabalho, como um escritório, mas a verdade é que a maioria das famílias portuguesas não tem uma zona vaga para o efeito. 

Mas, mesmo assim, é essencial que se defina um local de trabalho fixo e organizado – e, sim, não existindo escritório até pode ser a mesa de refeições. 

O importante é que, no horário que definiu para trabalhar, esse espaço esteja exclusivamente pensado e dedicado a esse propósito, como modo de garantir também a melhor organização mental e a máxima produtividade. 

2- Invista numa boa cadeira 

Como vimos, até pode trabalhar na mesa de refeições, mas não nos podemos esquecer de que vai passar a estar muitas horas sentado na mesma cadeira – cadeira essa que, à partida, foi desenhada para ser usada pouco tempo por dia, no decorrer dos almoços e jantares. 

Assim sendo, convém que pense na saúde das suas costas e do seu corpo, investindo numa boa cadeira de escritório que lhe permita trabalhar confortavelmente durante várias horas seguidas. 

3- Estabeleça rotinas 

O teletrabalho tem esta vantagem de, na maioria das vezes, nos permitir organizar e gerir o nosso próprio tempo. No entanto, esta vantagem rapidamente pode derivar em prejuízo, já que é fácil que a procrastinação e o conforto do lar nos levem a adiar as tarefas profissionais em detrimento de todos os afazeres domésticos (e convites do sofá!). 

A única forma de combater estas tentações é definir um horário que só deve ser descumprido em caso de efetiva necessidade. 

4- Largue o pijama! 

Pode parecer um preciosismo, mas acredite que a nossa predisposição para trabalhar não fica reforçada se dia após dia insistirmos em manter o pijama ou a roupa de andar por casa. 

Se vai trabalhar – e mesmo que não tenha video conferências ou contactos externos – experimente arranjar-se como se fosse para o escritório ou para uma reunião no exterior.

Assim, apostamos que a sua predisposição e a sua produtividade vão ficar realmente potenciadas! 

5- Cuidado com as interrupções 

Até tem o escritório organizado e horários de trabalho bem definidos, mas os familiares que vivem na sua casa continuam a interromper as suas tarefas com visitas regulares e inoportunas? Então, imponha regras! 

Claro que se estivermos a falar de crianças pequenas, vai ser mais difícil que compreendam a necessidade de respeitar o seu espaço e o seu tempo de trabalho, mas, se forem jovens ou adultos, o compromisso tem de ser de todos. 

6- Pique o “ponto de saída” 

Trabalhar em casa pode levar a que passemos muito mais tempo dedicados à profissão do que quando o fazíamos no escritório. 

Por isso, é importante que não faça verdadeiras maratonas laborais, que não só se revelam altamente contraproducentes a curto prazo como interferem ainda na saúde familiar. 

Se for preciso, programe o alarme para, ao bater das 18 horas, lembrar que já entrou no período de gozar o seu descanso e o tempo com a família.

in lifestyle.sapo.pt

ver artigo

Loja do Condomínio comemora aniversários e reforça inovação no serviço ao cliente

É já este mês de julho que 2 lojas LDC (Loja do Condomínio) comemoram os seus aniversários: a LDC de Alcochete completa 12 anos, enquanto a LDC de Coimbra Solum festeja o seu 1º aniversário. 

Segundo Paulo Antunes, CEO da LDC, “estes aniversários representam um enorme orgulho para a nossa marca, sobretudo pelo impacto que estas lojas têm tido nas suas regiões de atuação. O facto de podermos contribuir para o desenvolvimento da economia local e, sobretudo, de ajudarmos com a dinamização da empregabilidade nas regiões em que estamos presentes faz com que estes aniversários ganhem ainda uma importância acrescida”.

LDC lidera mercado e aposta em inovação

A LDC, com 18 anos de experiência no mercado de gestão e administração de condomínios, é líder inquestionável neste setor. Contribui, para isso, a forte aposta que a marca faz na área da inovação, o que, segundo Paulo Antunes, passa por disponibilizar ‘serviços que apresentam um conjunto de soluções únicas e que permitem uma capacidade de resposta otimizada às reais necessidades dos nossos clientes’. 

A LDC tem sido, assim, pioneira no lançamento de serviços únicos e diferenciados. Exemplo disso é a My LDC – a primeira aplicação de suporte à administração de condomínios que, estando disponível em PlayStore ou Apple Store para Android e IOS, vem facilitar a gestão dos condomínios e revolucionar a forma de relacionamento entre o administrador e os condóminos. Totalmente gratuita e com uma interface simples e intuitivo, a My LDC permite que o condómino consulte toda a informação do seu condomínio, efetue um pedido ou aceda à referência MB para pagamento. 

A inovação LDC está também presente nas formas de pagamento das quotas do condomínio e nos serviços disponibilizados que incluem serviço de assistência LDC24, disponível 24h por dia e 365 dias por ano, o médico ao domicílio para condóminos e familiares, com um copagamento de apenas 10€ por consulta. 

Como Paulo Antunes conclui, “a LDC coloca a inovação ao serviço da transparência e da envolvência dos condóminos no dia-a-dia dos condomínios, a preços competitivos”. 

in bestfranchising.pt

ver artigo

Quem são os nossos vizinhos?

Quando se fala nas relações de vizinhança no condomínio, as atitudes são muito variadas. Tanto podemos ter situações de indiferença (os vizinhos não se conhecem), como queixas (comportamentos que incomodam) e até elogios (relações empáticas e simpáticas). Na verdade, podemos dizer que há quase tantas opiniões quanto o número de condóminos! No entanto, com os desafios do isolamento social a que a Covid 19 nos obrigou nestes últimos tempos, parece ter emergido uma noção positiva mais alargada sobre os vizinhos.

A vida confinada à fração autónoma onde se vive trouxe novas formas de encarar os relacionamentos, principalmente com aquelas pessoas que habitam ao nosso lado. Começou a haver tempo para pensar nos outros, vontade de ajudar a providenciar bens essenciais a quem deixou de os poder ir buscar e uma igualmente importante vontade de ajudar a passar o tempo, trazendo algum alento e companhia para quebrar o longo período de isolamento.

Muitas pessoas conseguiram, finalmente, conhecer os seus vizinhos, tendo  percebido que, tal como as próprias, também eles são pessoas com defeitos e virtudes – que são humanos, portanto!

E descobriu-se ainda que, dentro de peito de cada vizinho, bate um grande coração que é capaz de pensar para além de si próprio; capaz de sentir as necessidades, as angústias e as tristezas dos outros; capaz de ajudar, de sorrir e fazer sorrir!

É importante que, mesmo depois de ultrapassada esta difícil fase, os condóminos se lembrem que somos assim: capazes de ser e de dar ao vizinho o seu  melhor, para lá de qualquer crise e tragédia. Por isso, desejamos que o termo “vizinhança” seja sempre significado de solidariedade, compromisso coletivo, tolerância, respeito e gentileza – áreas em que, aliás, os Portugueses já provaram ser mestres!

✖

Saiba qual a melhor solução para o seu condomínio


Por favor insira o seu nome

Por favor insira o seu contacto


Por favor insira o seu código-postal