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Este é um sector que tem sido esquecido pelos sucessivos governos

A Loja do Condomínio (LDC), criada há 18 anos, prepara-se para o próximo ano lançar alguns novidades. Em entrevista, Paulo Antunes destaca o lançamento de uma nova marca, focada na gestão online de condomínios.

Quais os principais momentos que marcaram os 18 anos de atividade da Loja do Condomínio?

O momento mais marcante foi, sem dúvida, a criação da marca LDC, pois foi iniciar uma atividade em franchising num setor onde ninguém o tinha tentado a nível mundial.

Desde essa data é-me impossível destacar um momento específico no tempo, já que foram 18 anos recheados de muitos momentos importantes – momentos que consigo agrupo em duas grandes categorias: a primeira é, sem dúvida, o reconhecimento do mercado, sendo a LDC a marca mais premiada em Portugal no setor do Franchising e considerada por vários anos consecutivos a melhor marca no apoio à rede no nosso país, a que se juntaram algumas outras distinções internacionais; a segunda categoria prende-se com a inovação associada não só aos serviços que oferecemos aos nossos clientes, mas também relacionada com a forma como produzimos esses próprios serviços, o que tem um grande impacto na vida das nossas unidades.

De que forma é que a Loja do Condomínio contribuiu para a maior profissionalização desta atividade?

Quando se fala de profissionalização da atividade, existe claramente um antes e um depois da LDC já que o facto de termos sido líderes de mercado quase desde o primeiro dia nos tornou uma referência do setor. Aliado a este pioneirismo é importante reforçar que assumimos desde muito cedo a responsabilidade de informar e de formar, com um foco muito grande no cliente final – o que conduziu a pessoas cada vez mais bem informadas e mais exigentes, fazendo com que o setor crescesse na sua profissionalização.

A LDC veio também demonstrar ao mercado que era possível ter empresas a operar exclusivamente na área de administração de condomínios e que era rentável fazê-lo, sendo atualmente este um setor já com níveis de profissionalização elevados.

Em termos de regulamentação e outros aspetos o que é necessário ainda fazer?

Do ponto de vista político este é um setor que, apesar da sua grande importância na valorização e manutenção do património imobiliário do nosso país, tem sido esquecido pelos sucessivos governos.

A regulamentação da atividade que se discute há mais de uma década teima em não ver a luz do dia, com uma legislação da propriedade horizontal que remonta aos anos 60 e que precisa de revisão urgente, pois facilmente se percebe que a tipologia de edifícios em que vivemos hoje tem outro tipo de exigências. Para além disso, temos a questão fiscal que faz com que continuemos a não encontrar as contribuições para o condomínio refletidas no IRS das famílias, criando uma injustiça fiscal inaceitável quando comparamos uma família que vive numa moradia ou num condomínio.

Nos últimos meses – com a maior permanência das pessoas em suas casas – houve maior pressão sobre o funcionamento dos condomínios? Quais as novas dinâmicas que se verificam atualmente?

Esta pandemia trouxe à nossa atividade um conjunto de novos desafios, não só pela maior presença de pessoas nos condomínios, como pela necessidade de reforço dos serviços de limpeza e de desinfeção. No caso da LDC, procedemos a um reforço das equipas de limpeza e manutenção de forma a dar resposta às necessidades dos nossos mais de 6.000 condomínios e, por outro lado, mais de 200 colaboradores administrativos passaram a operar em teletrabalho, de forma a garantir a operacionalidade das unidades e a evitar situações de inoperacionalidade de alguma das nossas lojas. Encerrámos o atendimento ao público em todas as nossas unidades entre os dias 12 de março e 18 de maio, sem que isso tivesse interferido na operacionalidade dos nossos serviços.

Qual é a situação da Loja do Condomínio em termos empresariais, lojas franchisadas e quais as perspetivas futuras em termos de crescimento da atividade? 

A LDC tem hoje uma posição destacada na liderança do mercado, com 73 lojas, sendo que, para este ano e até pelos constrangimentos provocados pela COVID 19, prevemos um crescimento de faturação relativamente baixo – embora falar nesta fase de crescimento, mesmo que baixo, é bastante positivo.

Para 2021 vamos ter algumas novidades importantes, mas destaco o lançamento de uma nova marca, focada na gestão online de condomínios. Uma marca que visa um target de clientes distintos dos da LDC e que trará uma oferta bastante diferenciadora ao mercado, quer da administração de condomínios, quer do franchising. Mas sobre este novo projeto daremos mais informações oportunamente!

in Vida Económica

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Quem são os nossos vizinhos?

Quando se fala nas relações de vizinhança no condomínio, as atitudes são muito variadas. Tanto podemos ter situações de indiferença (os vizinhos não se conhecem), como queixas (comportamentos que incomodam) e até elogios (relações empáticas e simpáticas). Na verdade, podemos dizer que há quase tantas opiniões quanto o número de condóminos! No entanto, com os desafios do isolamento social a que a Covid 19 nos obrigou nestes últimos tempos, parece ter emergido uma noção positiva mais alargada sobre os vizinhos.

A vida confinada à fração autónoma onde se vive trouxe novas formas de encarar os relacionamentos, principalmente com aquelas pessoas que habitam ao nosso lado. Começou a haver tempo para pensar nos outros, vontade de ajudar a providenciar bens essenciais a quem deixou de os poder ir buscar e uma igualmente importante vontade de ajudar a passar o tempo, trazendo algum alento e companhia para quebrar o longo período de isolamento.

Muitas pessoas conseguiram, finalmente, conhecer os seus vizinhos, tendo  percebido que, tal como as próprias, também eles são pessoas com defeitos e virtudes – que são humanos, portanto!

E descobriu-se ainda que, dentro de peito de cada vizinho, bate um grande coração que é capaz de pensar para além de si próprio; capaz de sentir as necessidades, as angústias e as tristezas dos outros; capaz de ajudar, de sorrir e fazer sorrir!

É importante que, mesmo depois de ultrapassada esta difícil fase, os condóminos se lembrem que somos assim: capazes de ser e de dar ao vizinho o seu  melhor, para lá de qualquer crise e tragédia. Por isso, desejamos que o termo “vizinhança” seja sempre significado de solidariedade, compromisso coletivo, tolerância, respeito e gentileza – áreas em que, aliás, os Portugueses já provaram ser mestres!

Manutenção das bocas-de-incêndio é obrigatória!

As bocas-de-incêndio fazem parte dos equipamentos de segurança contra incêndios em edifícios e, desde janeiro de 2009, a sua manutenção passou a ser obrigatória.

Quando verificar o estado das partes que compõe as bocas de incêndio do seu condomínio, verifique também se as mesmas têm sido objeto de manutenção.  A norma  europeia EN 671-3 exige que estes equipamentos  sejam sujeitos a manutenção anual, realizada por pessoa competente, e que, de 5 em 5 anos, as mangueiras sejam submetidas à sua pressão máxima de serviço.

Havendo necessidade de substituir componentes defeituosos, apenas podem ser  utilizados componentes de origem aprovados pelo fabricante/fornecedor do equipamento. Após a realização dos trabalhos de manutenção, as bocas de incêndio   devem ser protegidas com um selo de segurança e marcadas com uma etiqueta que identifique o equipamento como “Inspecionado”. Caso seja necessário proceder a uma manutenção prolongada, as bocas de incêndio devem ser sinalizadas com a informação “fora de serviço” e os condóminos devem ser informados  dessa situação.

Mas o que deve, então, ser inspecionado em concreto nas bocas de incêndio? Devem ser inspecionados aspetos como a totalidade da mangueira de modo a verificar sinais de rotura, deformações, deterioração ou danos, se o tambor roda livremente e em ambas as direções, as condições das tubagens de abastecimento de água, se os armários apresentam sinais de danos e se as portas abrem facilmente, se a agulheta é adequada e de fácil utilização, bem como o correto funcionamento do orientador de mangueira.

Extintor de água aditivada ABF: o mais indicado para o condomínio

Sabe-se que os fogos que mais ocorrem nos edifícios habitacionais são os fogos em combustíveis  sólidos (classe A) e nos óleos e gorduras alimentares (classe F), sem esquecer os incêndios nos equipamentos elétricos – assim, e com base nestes dados, considera-se que o extintor de água aditivada “ABF” é a solução mais adequada, tendo em conta as classes de fogos que se consegue extinguir:

  • “A” corresponde aos combustíveis sólidos como papel, tecido, plástico, cortiça, madeira e borracha;
  • “B” corresponde aos combustíveis líquidos como gasóleo, gasolina, petróleo e óleos lubrificantes ou hidráulicos;
  • “F” corresponde aos óleos ou gorduras de origem animal ou vegetal utilizados em equipamentos de cozinha – como óleo de fritar, margarinas, banha e azeite.

Para além disso, este extintor é ainda indicado para ser utilizado no combate a incêndios em equipamentos elétricos até 1000V, a um metro de distância.

A estas características associam-se outras vantagens, tais como não sujar, não impedir a visibilidade dos espaços e permitir uma evacuação rápida e segura dos ocupantes na zona onde é descarregado. E, ao contrário do extintor de pó químico “ABC”, este não irrita os olhos nem provoca a sensação de dificuldade em respirar. Em resumo, o extintor de água aditivada é simples, seguro, de fácil manuseamento, fiável e a sua  utilização não cria  mais danos do que aqueles que o próprio incêndio originou.

Todos têm que participar nas inovações?

As inovações são obras que trazem um beneficio acrescido ao edifício, podendo trazer mais segurança, conforto e algo novo que permite usufruir do espaço comum com funcionalidades atualizadas.  No entanto, as inovações nas partes comuns do condomínio têm que ser aprovadas por maioria representativa de dois terços do valor total do prédio. Quando assim acontece, todos os condóminos (mesmo aqueles que votaram contra) são obrigados a participar na despesa, de acordo com o valor que lhes couber – por norma de acordo com a permilagem.

É, apesar disso, possível que, caso algum condómino não queira participar financeiramente para a inovação, ele recorra ao tribunal para que a sua recusa seja judicialmente fundada, ficando, assim, com a possibilidade de reaver do condomínio o valor da sua participação.

Para que a recusa em participar nas inovações legalmente aprovadas em assembleia seja aceite é necessário que a inovação em questão tenha natureza voluptuária ou não seja proporcional à importância do edifício. Uma vez fundada a recusa em participar na inovação, tal condómino não poderá depois vir a usufruir da mesma.

No entanto, se o condómino em qualquer momento sentir vontade de usufruir da inovação,  pode manifestar ao administrador do condomínio essa vontade e, então, deverá acertar contas, restituindo os valores iniciais e pagando a parte que lhe cabe relativamente a todas as verbas que até então tenham sido gastas em manutenção. Acertadas as contas, o condómino pode, então, começar a usufruir das inovações, tal como os outros vizinhos. É ainda importante lembrar que as inovações não podem ir contra a lei nem contra o título constitutivo da propriedade horizontal, não podendo também, e de modo algum, prejudicar qualquer condómino na utilização quer das coisas próprias quer das coisas comuns.

Loja Do Condomínio celebra aniversários

A rede defranchising Loja do Condomínio celebra este mês de junho o aniversário de sete lojas LDC (Loja do Condomínio), nomeadamente:

  • LDC Vila Real de Santo António: 9º aniversário
  • LDC Mafra: 13º aniversário
  • LDC Évora: 14º aniversário
  • LDC Odivelas (Lisboa): 15º aniversário
  • LDC Portalegre e LDC Montijo: 17º aniversário
  • LDC Lagos: 18º aniversário

Segundo Paulo Antunes, CEO da rede de franchising Loja do Condomínio, “estes aniversários representam um enorme orgulho para a nossa marca, sobretudo pelo impacto que estas lojas tem tido nas suas regiões de atuação. O facto de podermos contribuir para o desenvolvimento da economia local e, sobretudo, de ajudarmos com a dinamização da empregabilidade nas regiões em que estamos presentes fazem com que estes aniversários ganhem ainda uma importância acrescida”.

in infofranchising.pt

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Contribuindo para o desenvolvimento da economia nacional

É já este mês de junho que 7 lojas LDC (Loja do Condomínio) comemoram os seus aniversários:
• LDC Vila Real de Santo António: 9º aniversário
• LDC Mafra: 13º aniversário
• LDC Évora: 14º aniversário
• LDC Odivelas (Lisboa): 15º aniversário
• LDC Portalegre e LDC Montijo: 17º aniversário
• LDC Lagos: 18º aniversário

Segundo Paulo Antunes, CEO da LDC, “estes aniversários representam um enorme orgulho para a nossa marca, sobretudo pelo impacto que estas lojas tem tido nas suas regiões de atuação. O facto de podermos contribuir para o desenvolvimento da economia local e, sobretudo, de ajudarmos com a dinamização da empregabilidade nas regiões em que estamos presentes fazem com que estes aniversários ganhem ainda uma importância acrescida”.

LDC lidera mercado e aposta em inovação
A LDC, com 18 anos de experiência no mercado de gestão e administração de condomínios, é líder inquestionável neste setor. Contribui, para isso, a forte aposta que a marca faz na área da inovação, o que, segundo Paulo Antunes, passa por disponibilizar ‘serviços que apresentam um conjunto de soluções únicas e que permitem uma capacidade de resposta otimizada às reais necessidades dos nossos clientes’. A LDC tem sido, assim, pioneira no lançamento de serviços únicos e diferenciados. Exemplo disso é a My LDC – a primeira aplicação de suporte à administração de condomínios que, estando disponível em PlayStore ou Apple Store para Android e iOS, vem facilitar a gestão dos condomínios e revolucionar a forma de relacionamento entre o administrador e os condóminos.

Totalmente gratuita e com uma interface simples e intuitivo, a My LDC permite que o condómino consulte toda a informação do seu condomínio, efetue um pedido ou aceda à referência MB para pagamento.A inovação LDC está também presente nas formas de pagamento das quotas do condomínio e nos serviços disponibilizados que incluem serviço de assistência LDC24, disponível 24h por dia e 365 dias por ano, o médico ao domicílio para condóminos e familiares, com um copagamento de apenas 10€ por consulta.

Como Paulo Antunes conclui, “a LDC coloca a inovação ao serviço da transparência e da envolvência dos condóminos no dia-a-dia dos condomínios, a preços competitivos”.

in bestfranchising.pt

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“Somos todos Diamantes”, o bairro que se uniu na comemoração da VIDA

Chama-se ‘Somos todos Diamantes’ e é um projeto comunitário criado por Zeca Duarte – um condómino que olhou para esta nova fase de isolamento como uma oportunidade para aproximar vizinhos e homenagear o que temos de mais valioso: a vida.

Quem é o homem que fez nascer o projeto ‘Somos todos Diamantes’?
Eu chamo-me Zeca Duarte e moro no prédio número 90 da Rua dos Diamantes – um bairro em que já me dava bem com imensas pessoas, porque isto de ter uma cadela (a Truffa) ajuda imenso a socializarmos. Isto sobretudo quando até já temos um grupo de quatro ou cinco pessoas que se encontra todos os dias à mesma hora para passear os seus cães e chegamos a estar duas horas na conversa. São amizades que ficam para sempre!

Como surgiu e se concretizou esta ideia de dinamizar assim a rua e o bairro?
Face ao que o País e o Mundo estão a passar, vi-me sozinho em casa com o meu filho de quatro anos, num estado de emergência em que o confinamento começou por ser voluntário e rapidamente passou a obrigatório. Fiquei sozinho com o meu filho e com a Truffa, porque a guerreira cá de casa – a minha mulher – é enfermeira no Hospital de Cascais e desde muito cedo decidimos haver isolamento total também da parte dela, pelo alto potencial de contágio já que ela se encontra em contacto com doentes infetados. E foi assim que tudo começou: como trazer a minha mulher sã e salva para casa e o mais rápido possível, assim como contribuir para que todos os heróis do nosso País o pudessem fazer também rapidamente? Falei com os meus vizinhos e liguei uma coluna de 500Wts na janela da cozinha. Na primeira noite começámos por colocar o Hino Nacional, na segunda noite tocou a música “Imagine”, do John Lennon, e no dia seguinte os meus vizinhos já estavam a pedir para passar mais músicas e a fazer dedicatórias a familiares, a amigos e a vizinhos que se encontram longe.

Como foi a adesão das pessoas?
A verdadeira explosão e adesão deu-se quando criámos a página no Facebook para tornarmos este espírito de grupo ainda mais coeso e rápida e surpreendentemente chegámos aos seis mil seguidores nos primeiros 10 dias! O grupo chama-se “Somos todos diamantes” pelo facto de estarmos na Rua dos Diamantes (o epicentro desta onda de massa emocional e humana) e o nosso grito de união consolida-se a si mesmo quando todos dizemos “Uma rua, um País…o Mundo!”. E desde então tem sido uma explosão fantástica de espírito de comunidade, de solidariedade e de vizinhança.

Quais foram as situações marcantes que viveram neste processo?
Foram tantas… Desde as homenagens que já fizemos aos heróis do nosso País – profissionais de saúde, Policia, Bombeiros, Professores, funcionários dos CTT, da higiene urbana, do setor dos supermercados, entre tantos outros – até a pedidos de casamento! Temos uns vizinhos aqui na rua que vão ser avós pela primeira vez e, a pedido da filha que está afastada deles, passámos o som do bater do coração do bebé, porque nesse dia ela tinha feito a ecografia e não tinha como a mostrar aos futuros avós. Foi muito emocionante e as pessoas batiam palmas à medida que o coração ecoava pelas ruas. Também já celebrámos uma nova passagem de ano com tudo o que podemos imaginar: fogo de artificio, contagem decrescente, a tradicional subida para cima da cadeira, a lingerie azul, etc. Isto de modo a reentrarmos neste 2020 com um espírito positivo e resiliente face ao que estamos a viver e ao que ainda está para vir.

Não celebramos o fim do vírus, mas sim a nossa maneira de o enfrentar e de percebermos que, graças ao que estamos a viver, o ano 2020 é efetivamente o ano das NOSSAS VIDAS.

Como acha que vai ser o relacionamento das pessoas no bairro daqui para a frente?
Claro que o vírus vai acabar e nós estaremos cá para o celebrar, voltando a vida ao normal, mas as pessoas vão estar diferentes. Vão estar melhores, mais sensíveis e a viver mais intensamente a liberdade e o espírito de comunidade… hoje, e após 30 dias consecutivos juntos numa só voz, a nossa causa já ultrapassou os 25 mil seguidores no Facebook e, se eu pudesse mandar uma mensagem à rua, ao País e ao Mundo, diria que um diamante é uma espécie de pedaço de carvão que, após a superação de vários testes ao longo da vida, se torna único, brilhante e, acima de tudo, sendo o material mais resistente do planeta.

Por isso, e face ao que estamos a viver, convido todos a dizerem comigo, numa só voz: somos todos DIAMANTES!

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