Quórum insuficiente, assembleias prolongadas, discussões, assuntos que nada têm a ver com a ordem de trabalhos e falta de decisões. A desmotivação para participar em assembleias deste género é grande. No entanto, é possível fazer com que estes encontros se tornem mais atrativos, tranquilos e produtivos. Para isso, fique com algumas dicas para dar a volta à situação:
• a convocatória deverá incluir não só a hora de início, mas também a hora do fim da assembleia, ajudando a que os intervenientes tenham um controlo mais eficaz do tempo disponível para se manifestarem
• a assembleia deve durar, no máximo, entre uma hora e meia a duas horas
• os assuntos da ordem de trabalhos devem ser objetivos e, sempre que se justifique, acompanhados de todo o tipo de informação relevante (por exemplo: orçamentos, disposições legais, informação técnica, relatórios), para que os condóminos possam preparar-se para a assembleia
• o administrador deve controlar o tempo dedicado a cada ponto da ordem de trabalhos, impedindo que as conversas derivem para outros assuntos que nada se relacionem com os temas em discussão
• os condóminos devem ser assíduos e pontuais nas assembleias – e, caso não possam estar presentes, devem delegar a sua representação por procuração a alguém que os possa substituir.
Como já diz o velho ditado popular, “quem do seu não cuida, o diabo lho leva!”, pelo que é importante garantir estes pequenos detalhes que fazem toda a diferença na gestão das assembleias e, consequentemente, do património imobiliário de cada condómino.
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